quinta-feira, 7 de julho de 2016

CAMINHOS DO FRIO – ALAGOA GRANDE; ABERTA AS INSCRIÇÕES PARA A PARTICIPAÇÃO DE COMERCIANTES E ARTESÕES

ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA COMERCIANTES E ARTESÕES QUE ESTEJAM INTERESSADOS EM PARTICIPAR DO ROTEIRO CAMINHOS DO FRIO 2016, NA CIDADE DE ALAGOA GRANDE.
AS INSCRIÇÃO ESTÃO SENDO REALIZADAS NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO, LOCALIZADA NA PREFEITURA DE ALAGOA GRANDE COM EUDES VIDAL (DEDEU), NO HORÁRIO DAS 8:00H ÁS 11:00H. 
 
Divulgação de bibiu do jatobá.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

SONHO DE PEQUENO GAROTO MÚSICO DE ALAGOA GRANDE, É CONHECER AMAZAN

Thalessom (7), com sua sanfona e seu sonho de conhecer seu ídolo
Thallysson (7), com sua sanfona e seu sonho de conhecer seu ídolo

Todos nós fomos um dia heróis e heroínas, princesas, cavaleiros, astronautas, reis, rainhas, voamos em dragões imaginários, conhecemos lugares do mundo sem sair do olhar de nossos familiares ou apenas do nosso quintal, quarto, qualquer lugar que em instantes poderia ser um castelo, uma floresta encantada e tantas outras possibilidades. É a força da nossa imaginação, que está presente em cada criança, para as que cresceram e as que ainda desfrutam desse poder de se teletransportar. Para as crianças, admirar alguém ou alguma coisa é capaz de moldá-las enquanto cidadãs, sendo capaz de moldar um futuro adulto sucedido.

Thallysson Figueiredo tem sete anos e vive viajando na imaginação. Nela, ele já foi jogador de futebol, guerreiro e principalmente sanfoneiro. Mas como saber a vocação de uma criança tão cedo? Quando tinha apenas cinco anos, esse garoto de Alagoa Grande, interior da Paraíba, pegava sua mochila da escola e utilizava na frente do seu corpo, fazendo performance de um sanfoneiro, como desejava ser e não sabia explicar. O poder da imaginação foi tanto que seus pais compraram-lhe uma sanfona e foi então que ele aprendeu a tocar o instrumento.
Dona Maria Antônia, o lado dos seus filhos, Thallysson à esquerda
Dona Maria Antônia, ao lado dos seus filhos, e Thallysson à esquerda

Hoje, o menino almeja se tornar um grande artista. Engana-se quem pensa que o inspirador disso tudo é alguém que não sai da tela da TV ou dos holofotes midiáticos; o seu maior ídolo é um Silva e um paraibano de garra. José Amazan Silva, ou simplesmente Amazan, é nordestino, campinense, sanfoneiro, cantor, poeta, compositor, empreendedor, pai e político. Todos os dias, quando pratica com seu instrumento, Thallysson usa um lenço envolto ao pulso, influência do seu ídolo que tem no lenço a sua marca registrada. “É que mostra o jeito como se toca”, justificou o garoto com timidez.
O sonho que Thallysson alimenta a cada nascer do sol e nas noites de sono é a oportunidade de conhecer seu ídolo. Para acompanhar seu filho, o pedreiro Arnaldo Figueiredo, fez um esforço de também aprender a manusear a sanfona e junto com sua esposa, a dona de casa Maria Antônia Nascimento, tentaram de um tudo para realizar o sonho do menino, mas até então não obtiveram sucesso.

ASSISTAM O VÍDEO COM O GAROTO REVELAÇÃO DE ALAGOA GRANDE 2016.
 Os pais do garoto confirmam o amor dele pelo cantor. “O que incentivou ele [Thallysson] a aprender foi vendo os DVD’s de Amazan, quando eu colocava desenhos animados, o menino não queria, mas ficava feliz quando via ele tocando”, narrou o pai, apoiando o desejo do filho. A mãe compartilha do pensamento e disse que irá onde for para alcançar o sonho do filho. “A gente vai até o fim do mundo, onde ele [Amazan] estiver; se alguém falar ‘vamos, é hoje que seu filho vai ver Amazan’, eu vou com ele”, afirmou com brilho no olhar a dona de casa.

O Repórter Junino decidiu tentar promover a realização deste sonho e precisamos da ajuda de todos vocês para que a história de Thallysson chegue até Amazan. Para isto, compartilhe a nossa matéria com a hastag #RealizaMeuSonhoAmazan. Como já fomos um dia crianças, viajamos por lugares inimagináveis, sonhamos ser gente grande e nos espelhamos em alguém, acreditamos no potencial de todos os ideários infantis e ficaremos contentes se o Thallysson conseguir realizar o seu sonho.

Escrito por Ana Flávia Nóbrega e Tamyres Dysa  
Editado por Anthony Souza 
 Fotos de Tamyres Dysa 
Divulgação - bibiu do jatobá.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

OBRA DE JACKSON DO PANDEIRO VOLTA A DISPOSIÇÃO DO GRANDE PÚBLICO

JACKSON DO PANDEIRO é natural de ALAGOA GRANDE, PB.
O paraibano José Gomes Filho é um milagre brasileiro. Passou fome, limpou fossas, não frequentou escola, não tinha nenhuma pinta de galã, mas se impôs como um dos mais carismáticos cantores e ritmistas do país.
A nova prova do seu talento vem no atacado: 235 fonogramas, distribuídos em nove CDs (sendo seis duplos) e embalados na caixa "Jackson do Pandeiro - O Rei do Ritmo" –que tem, entre outros cuidados, o de contar com todas as letras nos encartes. São cocos, xotes, xaxados, sambas e rojões –rótulo que ele acrescentou à família do forró.

Com nome artístico derivado da sua adoração pelo ator de faroestes Jack Perrin, ele já era conhecido nas rádios da Paraíba e de Pernambuco quando começou a gravar.

Tinha 34 anos, e seus dois primeiros discos em 78 rotações, produzidos no Recife, ganharam o país.

Basta ouvir "Forró em Limoeiro", "Sebastiana", "Um a Um" e "A Mulher do Aníbal" para entender por quê. As interpretações de Jackson não perderam um pingo da força.

Em 1953 e 1954, quando foram lançadas, o impacto tornou inevitável a mudança para o Rio. Ele virou o novo ponta-de-lança da febre musical nordestina, que Luiz Gonzaga iniciara na década anterior.

"A febre talvez esmorecesse se Jackson não tivesse surgido. Ele foi o maior continuador de Gonzaga, mas acrescentando elementos", diz o pesquisador Rodrigo Faour, organizador da caixa.

Competitivos, os dois mitos não se amavam. Nunca gravaram músicas um do outro. Sabe-se de apenas um encontro profissional, numa rádio do Rio na década de 1970.

Compositor e instrumentista de muitos recursos, Gonzaga exerceu influência mais nítida nas gerações posteriores, a começar pela da chamada MPB: Gil sobretudo, mas também Caetano, Edu Lobo, Milton e outros.

Jackson era ótimo compositor, mas sua originalidade está mais na interpretação –de temas de Rosil Cavalcanti, Edgard Ferreira, Gordurinha e Antônio Barros. Sua maneira de dividir os versos, de atrasar ou antecipar notas, faz parecer que ele cantava como se o pandeiro estivesse na garganta, não só nas mãos.

E era um performático cômico, atuando em palcos e filmes com a desenvoltura dos artistas populares que conheceu nas feiras nordestinas.

Ao lado da mais importante de suas parceiras (na vida e na carreira), Almira Castilho, explorava a diferença de altura, encolhendo ainda mais seu 1,67 m para ser o moleque atrevido ao lado de uma imponente mulher.

Essas características somadas fizeram dele referência para os tropicalistas. São célebres as gravações de "Sebastiana" por Gal Costa e de "Chiclete com Banana" e "O Canto da Ema" por Gil.

Nos anos 1970, foi reverenciado pela nova geração de sua região. Mais do que todos, por Alceu Valença, também um performático.

No Sudeste, o estilo e a obra de Jackson podem ser menos conhecidos hoje, mas perpassam trabalhos diversos como os de João Bosco, Lenine, Pedro Luis e até Paralamas do Sucesso, que gravaram "Um a Um".

DESAFIOS PARA MONTAR A OBRA

A caixa é uma saga de dez anos. Inicialmente, Alice Soares e Maysa Chebabi, da Universal Music, pretendiam preparar com Faour o relançamento de todas as gravações na Philips e na PolyGram (antigos nomes da Universal).

Com a compra da EMI pela Universal, o projeto pôde incorporar os discos da década de 1950 do selo Copacabana.

A primeira fase na Philips, nos anos 1960, é a que Faour chama de obscura. Foram muitos discos, poucos sucessos –quase nada havia em CD.

Para cumprir a missão de relançar tantos fonogramas em formato digital, foi preciso buscar dezenas de autorizações de parentes de compositores. De vários autores, pouco se sabe. O próprio Jackson não possui herdeiros diretos, pois não teve filhos.

Dez fonogramas ficaram de fora. A lacuna frustrou o desejo de se relançar os discos com seus repertórios originais. Faour decidiu distribuir as 102 faixas por três CDs duplos, em ordem cronológica.

Conseguiu manter a íntegra de dois LPs: "Aqui Tô Eu" (1970) e "Isso É que É Forró!" (1981). Este foi o último gravado por Jackson, que morreu em 10 de julho de 1982, de enfarte, aos 72 anos.
Folha
 
ADENDO - N cidade de ALAGOA GRANDE, PB, terra natal do ídolo JACKSON DO PANDEIRO, foi construído o MEMORIAL DE JACKSON DO PANDEIRO visitado por pessoas de todo o mundo.  Telefone - (83) 9 9903 2392.
 
 

domingo, 3 de julho de 2016

TEM INÍCIO EM ALAGOA GRANDE, A PRIMEIRA ETAPA DO CIRCUITO DE XADREZ DO BREJO PARAIBANO

 Teve início neste domingo, 03, na cidade de Alagoa Grande, a primeira etapa do circuito d Xadrez do brejo paraibano.
 Organizado pelo enxadrista guarabirense Jociel, o certame teve a recepção de Sobral e Marinézio Onofre, velhos praticantes do esporte em Alagoa Grande.
 Com participante de várias cidades do brejo paraibano, o circuito promete circular por diversas cidades do brejo paraibano e ao término, os que melhores se destacarem, irão receber medalhas e outras premiações.
 O encontro aconteceu no Teatro Cícero Celso, mais conhecido como o “Teatrinho de Javancy” situado na Rua do Rio, equipamento cultural sempre aberto para realizações culturais alternativas.
  Ficamos a torcer e parabenizar aos organizadores por manter este esporte que muito contribui para o desenvolvimento da mente e do raciocínio de todos aqueles que praticam esta modalidade esportiva.

Foto e edição de bibiu do jatobá.

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quarta-feira, 15 de junho de 2016

AS NOVIDADES DO CAMINHOS DO FRIO 2016



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os cantores Chico César e Renata Arruda, Os Gonzagas e Assizão são algumas das atrações confirmadas para se apresentar na Rota Cultural Caminhos do Frio 2016 que vai ocorrer em nove cidades da Paraíba. A programação foi apresentada na tarde desta terça-feira (14) durante solenidade no auditório da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur). O site do evento deve liberar nas próximas horas a programação por cidade; acompanhe aqui.
A abertura do principal evento turístico da região do Brejo está confirmada para o dia 4 de julho, na cidade de Areia, e encerramento no dia 4 de setembro, em Alagoa Grande.

O presidente do Fórum de Turismo do Brejo, Sergirson Silvestre, explicou que a programação foi definida em comum acordo com todos os prefeitos, buscando dar destaque às atrações culturais de cada cidade. Silvestre disse que o atual momento econômico vivido pelo país fez com que os gestores buscassem alternativas para realizar o evento. “Sabemos da importância do Caminhos do Frio para o desenvolvimento de nossa região. Hoje, a Rota Cultura é o principal produto turístico da região e por isso foi importante essa parceria entre todos os gestores envolvidos”, declarou.

Em sua 11ª edição, a Rota Cultural Caminhos do Frio terá como novidade a inclusão de dois novos municípios (Matinhas e Remígio), totalizando nove cidades (Areia, Pilões, Solânea, Serraria, Bananeiras, Alagoa Grande e Alagoa Nova). O secretário executivo de Turismo do Governo do Estado, Ivan Burity, disse que o projeto é um produto turístico que está consolidado e que vem mudando a realidade econômica e social do Brejo paraibano.

Estiveram presentes os nove prefeitos das cidades que integram a Rota Cultural Caminhos do Frio, representantes do governo do Estado (Setde, Funesc, Secult e PBTur), além do trade paraibano. 
 
FONTE DA NOTÍCIA - ASCOM CAMINHOS DO FRIO

terça-feira, 14 de junho de 2016

CIDADANIA ALAGOAGRANDENSE: PBTUR APRESENTA HOJE, PROGRAMAÇÃO DO CAMINHOS DO F...

 EM ALAGOA GRANDE A FESTA ACONTECERÁ DE 29 DE AGOSTO A 04 DE SETEMBRO   A programação da Rota Cultural Caminhos do Frio va...
TEATRO SANTA IGNÊZ - ALAGOA GRANDE - O 3º MAIS ANTIGO DA PARAÍBA
 Foto: bibiu

domingo, 12 de junho de 2016

MAIS UMA SESSÃO DA FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DA CULTURA PARAIBANA É PRESIDIDA PELO DEPUTADO JOÃO BOSCO JUNIOR

09062016 - Audiência em Defesa da Cultura - ©nyll pereira - _DSC0003
A Frente Parlamentar em Defesa da Cultura debateu, nesta quinta-feira (9), em uma Audiência Pública, o Projeto de Lei da Cultura Viva e a Lei dos Mestres. O evento ocorreu no plenário José Mariz e contou com a presença do presidente da Frente, deputado Bosco Carneiro, o presidente da Comissão de Educação e Cultura, deputado Buba Germano, além dos deputados Jeová Campos, Branco Mendes e Anísio Maia.

Para Bosco Carneiro, propositor da audiência, a discussão é importante pois reuniu vários agentes culturais do Estado, assim como deputados e o secretário de Estado de Cultura e ouvir todos, entrando em consenso sobre ações de promoção à cultura na Paraíba. “Esperamos aprimorar a Lei dos Mestres e entrar em sintonia para debater e aprovar mais leis que beneficiem a cultura paraibana”, afirmou. O parlamentar ressaltou ainda que a próxima Audiência da Frente ocorre no dia 18 de agosto e vai debater o Fundo de Incentivo à Cultura (FIC)

09062016 - Audiência em Defesa da Cultura - ©nyll pereira - _DSC0023
Cantor Parr´e Cirandeira Dona Edite do Côco de Alagoa Grande.
















Já Buba Germano, ressaltou que a Paraíba tem valorosos artistas e é necessária a valorização e criação de oportunidades para estas pessoas. “É importante a criação de espaços para que a juventude extravase suas energias através da arte e da cultura e, desta forma, não venha a enveredar pelos caminhos das drogas”, destacou Buba, acrescentando que a gestão do governador Ricardo Coutinho tem desenvolvido relevantes programas de incentivo à Cultura. “Quando um gestor tem responsabilidade e quer fazer algo a maior demonstração é assegurar espaço dentro do seu orçamento público e o governador Ricardo Coutinho faz isso”, afirmou o parlamentar.

O deputado estadual Jeová Campos parabenizou Bosco Carneiro pela iniciativa de realizar uma audiência pública pela Cultura e afirmou estar orgulhoso de ver a Cultura do país ganhar força e superar problemas, vindo a reagir nas horas certas. O deputado também criticou o governo interino de Michel Temer, que como primeiro ato após assumir a presidência foi extinguir o Ministério da Cultura.

Anísio Maia aproveitou a oportunidade para criticar também a tentativa do presidente interino Michel Temer de extinguir o Ministério da Cultura. Para o deputado, a falta de investimento em Cultura e Ciência é um pensamento medieval.
09062016 - Audiência em Defesa da Cultura - ©nyll pereira - _DSC0196
Secretário Estadual da Cultura Laurecy Siqueira (lau).
 Lau Siqueira, secretário de Estado da Cultura, ressaltou que os debates com pautas positivas e a instalação da Frente é de suma importância para que o setor cultural possa discutir questões estruturantes de políticas culturais. Além disso, o secretário defendeu mudanças na lei dos mestres, que foi feita para amparar artistas que chegam até certa idade. Para ele, os critérios de beneficiar esses artistas devem ser repensados para beneficiar aqueles que passam por problemas de vulnerabilidade social e podem repassar saberes. Na ocasião, o secretário também fez uma entrega simbólica do projeto de lei da Cultura Viva, que busca estabelecer uma relação entre a rede estadual de cultura e as políticas culturais do estado.
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 Já o professor Henrique Sampaio destacou a necessidade de modificar a Lei dos Mestres, também conhecida como Lei Canhoto da Paraíba, e que atualmente o número de pessoas atendidas é pequeno e os critérios não contemplam prioridades e deviam atender aqueles em maiores dificuldades, além de reconhecer que o patrimônio vivo deve ser preservado e o conhecimento repassado para que a cultura que o mestre adquiriu não morra com ele. Além disso, defendeu ampliar o atendimento, já que atualmente para algum mestre ser contemplado, é necessário que um dos artistas beneficiados da lei morra.

Severino Antonio (bibiu) Conselheiro representante do Brejo pariabano


Assim como o Professor Henrique Sampaio, o Conselheiro Severino Antonio da Silva (bibiu), ressaltou em seu discurso que “o critério de escolha para os Mestres da Cultura Paraibana esta focado no número que o erário paraibano pode pagar de ajuda aos atuais mestres num total de 30 atualmente e este numero não reflete o verdadeiro numero de mestres e mestras de nossa Cultura.  Que um novo critério seja utilizado para que dezenas de outros mestres e mestras, possam ser visíveis não só pelos cofres do Estado mas por outras formas de valorização daqueles e daquelas que dedicaram suas vidas construindo e repassando seus ensinamentos culturais para as seguidas gerações”.


A Audiência também contou com  representantes da comunidade quilombola Caiana dos Crioulos, do Conselho Estadual de Cultura , do Centro Cultura Piolin e artistas locais.
Dep. Bosco Carneiro com D. Edite do Coco.
 

Buda Lira, da Piollin, tambem presente.
 
 Fonte da notícia - ASCOM DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DA PARAIBA
Adendo de Severino Antonio (bibiu).
                                    Parrá, Lau Siqueira e Dona Edite  - Expressões Culturais