quarta-feira, 31 de agosto de 2022

JACKSON DO PANDEIRO ESTARIA COMPLETANDO HOJE, 103 ANOS, SE VIVO ESTIVESSE

 

JACKSON DO PANDEIRO CONTINUA SENDO 
REVERENCIANDO COMO UM DOS ÍCONES
DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA

QUEM FOI JACKSON DO PANDEIRO?

 Paraibano de Alagoa Grande, Jackson nasceu em 31 de agosto de 1919, no Engenho Tanques, com o nome de José Gomes Filho. Ele era filho de uma cantadora de coco, Flora Mourão. Através dela, ainda na infância, o futuro ritmista começou a tomar gosto pelo ritmo como tocador de zabumba. Após a morte do pai, José Gomes, no início dos anos 30, a família decide mudar-se para Campina Grande. A pé, Flora e três filhos. José (Jackson), Severina e João, vão tentar uma nova vida, após quatro dias de viagem.

Em Campina Grande, Jackson trabalhou como engraxate e ajudante de padaria. Nas feiras conviveu com artistas populares, como coquistas e violeiros. Seu nome artístico originou-se das brincadeiras de criança, ainda em Alagoa Grande, dos filmes de faroeste, no tempo do cinema mudo, onde se autodenominava Jack, inspirado em Jack Perry, artista dos referidos filmes. O apelido pegou e, em Campina Grande, após iniciar como pandeirista, ficou conhecido como Jack do Pandeiro, passando a acompanhar artistas da terra.

MEMORIAL DE JACKSON DO PANDEIRO EM ALAGOA GRANDE

Mudou-se para João Pessoa nos anos 40 e continuou sua vida de músico tocando em boates e cabarés – sendo, logo a seguir, contratado pela Rádio Tabajara para atuar na orquestra daquela emissora, sob a batuta do maestro Nozinho. Quando o maestro Nozinho foi contratado para a Rádio Jornal Comércio-Recife, levou alguns membros da orquestra Tabajara, entre eles Jackson do Pandeiro.

Somente em 1953, com 35 anos, Jackson gravou o seu primeiro grande sucesso: “Sebastiana”, de Rosil Cavalcanti. Logo depois, emplacou outro grande hit: “Forró em Limoeiro”, rojão composto por Edgar Ferreira. No Rio de Janeiro, trabalhando na Rádio Nacional, alcançou grande sucesso com “O Canto da Ema”, “Chiclete com Banana” e “Um a Um”. Os críticos ficavam abismados com a sua facilidade em cantar os mais diversos gêneros musicais: baião, coco, samba-coco, rojão, além de marchinhas de carnaval.

Jackson faleceu em 10 de junho de 1982, aos 62 anos, em pleno turnê pelo país. Morreu em Brasília, onde tinha participado de um show e passou mal no aeroporto, antes de embarcar para o Rio de Janeiro.

Matéria Editada por - Severino Antonio - bibiu - Conselheiro Estadual da Cultura representante da 2ª Regional da Cultura - brejo e agreste

SEVERINO ANTONIO - bibiu
31/08/2022
EM FRENTE AO MEMORIAL DE JACKSON


segunda-feira, 29 de agosto de 2022

TEM INÍCIO HOJE, 29/08, A ROTA CULTURAL "CAMINHOS DO FRIO" EM ALAGOA GRANDE, PB, TERRA DE JACKSON DO PANDEIRO

 

CAMINHOS DO FRIO TEM INÍCIO EM 
ALAGOA GRANDE, TERRA DE JACKSON DO PANDEIRO

A Rota Cultural Caminhos do Frio chega à cidade de Alagoa Grande, nesta segunda-feira (29), onde durante toda a semana do projeto levará muita cultura e debates sobre a produção do turismo local e dos nove municípios da região do Brejo que participam do Roteiro.

 A programação segue até domingo, dia 04 de Setembro e para voce tomar conhecimento de toda a programação, acesse aqui o BLOG DO RILDO

 Matéria Editada por Severino Antônio - bibiu

sábado, 23 de julho de 2022

A ASSOCIAÇÃO DOS ARTISTAS DE ALAGOA GRANDE – AFRORRÓ – ELEGE NOVA DIRETORIA

 

COMPONENTES DA NOVA DIRETORIA DA AFRORRÓ

O Instituto Cultural Jackson do Pandeiro, também denominado pela sigla - AFRORRÓ, é uma pessoa jurídica de direto privado, sem fins lucrativos.  O mesmo tem como finalidade apoio aos artistas e produtores culturais de Alagoa Grande, bem como  pesquisar, produzir, executar e divulgar atividades culturais diversas que tenham a Cultura de Alagoa Grande e a Obra de Jackson do Pandeiro como centros geradores e irradiadores dos resultados obtidos. 

 Fundada a 1º de maio de 2014, o mesmo teve como membros de sua primeira Diretoria a Repentista Maria da Soledade Leite como sua primeira Presidenta, o Ator Javancy Celso de Lima como Vice-presidente, o Professor Historiador José Avelar Freire como primeiro Secretário, o Escritor José Guedes Guimarães como Diretor Financeiro, a Artesã Irnar Francisca da Silva como Secretária Adjunta, o Poeta Antônio Alves Correia Filho como Diretor Financeiro Adjunto, a Ata de Fundação foi redigida pelo Compositor e Percursionista Severino Antonio da Silva (bibiu do Jatobá). 

PRIMEIRA DIRETORIA DA AFRORRÓ - 2014

 A entidade tem se destacado ao longo do tempo com a promoção de diversos eventos e apoio aos artistas da terra levando os mesmos a se qualificarem e participarem de importantes eventos culturais como “O Maio São João do Mundo”, “Caminhos do Frio”, “Festival de Artes de Areia”, Editais diversos e Eventos culturais não só em Alagoa Grande mas em cidades vizinhas.

 Ao completar OITO ANOS de atividades artísticas e culturais, a AFRORRÓ elegeu uma nova diretoria para administrar a entidade até 2025.  Foram eleitos os mais representativos artistas de nosso Município bem como os mais diversos setores e vertentes culturais de nossa diversidade, estão representados nesta gestão.

A FRORRÓ TEM APOIADO OS MAIORES EVENTOS 
CULTURAIS ACONTECIDOS EM ALAGOA GRANDE

 São estes e estas os novos componentes da AFRORRÓ eleitos por aclamação em uma noite que todas as diretrizes foram reafirmadas significando que a entidade continua com os mesmos objetivos quais sejas os de descobrir, apoiar, divulgar e assessorar todos os seus artistas filiados.

 A AFRORRÓ – Convida todos os Artistas para se associarem a entidade pois muitas oportunidades estarão surgindo de 2022 em diante e o artistas associado, tem mais apoio, orientação, proteção e oportunidades.  Acesse a FRORRÓ pelo site:  AFRORRÓ - ASSOCIAÇÃO DOS ARTISTAS DE ALAGOA GRANDE  Ou converse com a Diretoria pelos fones/zap: (83) 9 9369 3233 e (83)99352 6152

LOGOMARCA DA AFRORRÓ - SIMBOLO DE UNIÃO 
E FORÇA DE VONTADE ENTRE OS ARTISTAS

 COMPONENTES DA DIRETORIA DA AFRORRÓ GESTÃO 2022 A 2025:

PRESIDENTE: MARIA DA SOLEDADE LEITE (Repentista)

VICE-PRESIDENTE: JOSÉ GEORGE DA SILVA (Babalorixá)

1º SECRETÁRIO: JOSÉ AVELAR FREIRE (Escritor)

2º SECRETÁRIO:  TAMYRES DYZA DA LUZ AYRES (Produtora)

1º TESOUREIRO: IRNAR FRANCISCA DA SILVA (Artesã)

2º TESOUREIRO: EDSON JUNIOR DE SOUZA (Sanfoneiro)

CONSELHO FISCAL

ALAN MARCOS CAVALCANTE (Ativista de Artes Visuais)

JOÃO PEREIRA DA SILVA NETO (Coreógrafo, Dançarino)

INALDO CASTRO DO NASCIMENTO (Músico Percussionista)

ANDERSON MENDES DA S. PEREIRA (Cantor e Compositor)

VERA LUCIA DA SILVA (Artesã)

ANA CRISTINA DO NASCIMENTO (Atriz)

CONSULTURIA CULTURAL:

SEVERINO ANTONIO (bibiu)

– Conselheiro Estadual da Cultura

– Gestão e Projetos.

 

Edição da Matéria:   Severino Antonio - bibiu

SEVERINO ANTONIO (BIBIU) - APOIO A AFRORRÓ E
AOS ARTISTAS DE ALAGOA GRANDE E DEMAIS

SOLEDADE REPENTISTA - PRESIDENTE DA AFRORRÓ
UMA DAS MAIS REPRESENTATIVAS MULHERES
DA CULTURA E DAS LUTAS ALAGOAGRANDENSES

SOLEDADE, BIBIU E JAVANCI CELSO - FUNDADORES
DA AFRORRÓ E DEFENSORES DA CULTURA E DOS
ARTISTAS DE ALAGOA GRANDE, PB

DIRETORES DA AFRORRÓ ELEITOS ATÉ 2025


segunda-feira, 11 de julho de 2022

40 ANOS SEM JACKSON DO PANDEIRO – OBRA RICA E AINDA CHEIA DE NOVIDADES MUSICAIS A QUEM INTERESSAR POSSA

JACKSON DO PANDEIRO - DE ALAGOA GRANDE, PB
PARA TODO O MUNDO - IMORTAL

Marcada por uma mistura singular de ritmos e cantos, a música brasileira deu origem e transformou diversos gêneros musicais. Entre os responsáveis por essa mistura está um artista paraibano conhecido como o Rei do Ritmo.

Neste domingo (10), completaram 40 anos da morte de Jackson do Pandeiro (1919 – 1982). Nascido em Alagoa Grande, interior da Paraíba, ele conquistou o Rio de Janeiro e o Brasil inteiro e levou a cultura popular nordestina por onde foi.

Jackson misturava xaxado, embolada, frevo, samba e o coco, ritmo tradicional pernambucano e outros ritmos populares. A música Sebastiana é um dos maiores sucessos do coco até hoje.

ALMIRA CASTILHO, ESPOSA E COMPANHEIRA DE JACKSON 
EM BOA PARTE DA VITORIOSA VIDA ARTÍSTICA

O artista trabalhou em várias rádios em Campina Grande, João Pessoa e Recife. No momento em que foi trabalhar em Recife, passou a receber a atenção da mídia e ficou conhecido como o homem orquestra pelo domínio da percussão.

Depois de uma carreira artística marcada pelo talento ao manusear o pandeiro, Jackson morreu aos 62 anos de idade, ainda muito ativo, em Brasília com embolia pulmonar e cerebral.

Em breve voce pode visitar o Memorial de Jackson do Pandeiro em sua cidade natal, Alagoa Grande, pb, uma vez que no momento o mesmo passa por reforma.

Edição da Matéria:  Severino Antonio - bibiu - Conselheiro da Cultura da Paraiba - f: 99369 3233

Veja tambem o site: Blog do Rildo acessando AQUI

quarta-feira, 6 de julho de 2022

CULTURA VITORIOSA – CONGRESSO DERRUBA OS VETOS DE BOLSONARO E LEIS ALDIR BLANC E PAULO GUSTAVO ESTÃO VALENDO

 

O POTENCIAL DA CULTURA EM GERAR EMPREGO E
RENDA, NÃO FOI VALORIZADO POR BOLSONARO
MAS O CONGRESSO NÃO ACEITOU ESTE VETO

O Congresso Nacional derrubou nesta terça-feira (5) os vetos totais do presidente Jair Bolsonaro (PL) às leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc 2, ambas de incentivo ao setor cultural. Artistas se mobilizaram nos últimos dias para defender as leis que haviam sido aprovadas quase por unanimidade no Congresso antes do veto presidencial.

O veto 18 (Paulo Gustavo) e 20 (Aldir Blanc 2) foram derrubados em votação simbólica após acordo. O partido Novo foi o único a orientar contra a derrubada dos vetos. O placar na Câmara ficou em 414 pela derrubada e 39 pela manutenção e 2 abstenções. No Senado, a votação foi unânime pela derrubada: 66 a 0. 

Durante a sessão, deputada federal Rosa Neide (PT-MT) ressaltou que os R$ 3,8 bilhões previstos na Lei Paulo Gustavo, de autoria do senador Paulo Rocha (PT-PA), são recursos que já estão à disposição para o fomento à cultura, mas que estão parados no governo Bolsonaro. "São recursos que vão garantir o trabalho para os profissionais da cultura", afirmou.

"Não podemos abrir mão da derrubada dos dois vetos", ressaltou Rosa Neide. A base do governo relutou em aceitar a derrubada do veto à Lei Paulo Gustavo. O deputado Eli Borges (PL-TO), da bancada evangélica, chegou a dizer que votaria contra a lei por trazer a expressão LGBTQI+.

No entanto, o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (PL-TO), confirmou um acordo para a derrubada dos vetos relacionados ao setor cultural, que em contrapartida envolveu a manutenção dos vetos relacionados à privatização da Eletrobras, à nova Lei de Segurança Nacional e à lei sobre quebra de patentes. 

A deputada federal Alice Portugal (PCdoB-PE) apontou que a Lei Aldir Blanc 2, de autoria da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), promove uma estruturação permanente de descentralização do financiamento da cultura e não traz impacto orçamentário imediato. "É como se fosse o Fundeb. Sem nenhum impacto no orçamento", declarou. "Essas são leis que visam redimir a cultura nacional", completou.

“Derrubar esses vetos é fazer justiça aos trabalhadores e empreendedores do setor cultural, tão prejudicados durante a pandemia. Cultura não é uma atividade secundária. Ela é a expressão de uma sociedade e promove a reflexão”, disse o senador Jean Paul Prates (PT-RN), líder da Minoria no Senado.

Parlamentares de oposição ainda exaltaram a mobilização dos artistas, que estão desde segunda-feira no Congresso pressionando parlamentares pela derrubada do veto.

No acordo, também foram derrubados vetos de Bolsonaro sobre o Dia dos Povos Indígenas (em substituição ao "Dia do Índio") e sobre uma homenagem à psiquiatra Nise da Silveira.

 


Leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc 2

O projeto da Lei Paulo Gustavo foi apresentado pela bancada do PT no Senado e foi aprovado na casa legislativa no final de novembro. O texto final, que passou por modificações do relator Eduardo Gomes (MDB-TO), determina que R$ 3,862 bilhões do atual superávit financeiro do Fundo Nacional de Cultura devem ser utilizados para “ações emergenciais que visem combater e mitigar os efeitos da pandemia de covid-19 sobre o setor cultural”. A União terá de enviar esse dinheiro a estados, Distrito Federal e municípios através de Medida Provisória.

Desse montante, R$ 2,8 bilhões serão destinados exclusivamente a ações voltadas ao setor audiovisual, no apoio a produções audiovisuais, salas de cinema, cineclubes, mostras, festivais e ações de capacitação. Por isso, o projeto foi apelidado de Paulo Gustavo, astro do cinema brasileiro que morreu em decorrência da Covid.

Também está em jogo a Lei Aldir Blanc 2 (PL 1518/21), que tem como objetivo instituir uma "Política Nacional Aldir Blanc" permanente. O PL é de autoria da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e busca tornar a Lei Aldir Blanc, implementada emergencialmente durante a pandemia, como uma política pública permanente.

"A Lei Aldir Blanc foi fruto de uma grande concertação da Câmara dos Deputados, com grande mobilização da sociedade, e foi uma grande política cultural brasileira que levou 3 bilhões de reais aos artistas, técnicos, produtores, fazedores e fazedoras de cultura deste País e chegou a 4.176 Municípios", afirma Jandira.

"Foi o maior volume de recursos e o maior alcance que uma política cultural já teve na história do Brasil. E a partir desse legado, do que ela construiu, do que ela alcançou e do saldo organizativo, inclusive, que ela gerou no País, foi demandado que se estruturasse no Brasil uma política permanente baseada no que ela conseguiu estruturar. E por isso mesmo foi gerada, então, a Lei Aldir Blanc 2, baseada nesse exemplo, nesses pilares da descentralização para Estados e Municípios, baseada na desburocratização e na cobertura dessa grande diversidade cultural brasileira", diz ainda

EDIÇÃO DA MATÉRIA:  Severino Antonio (bibiu) - Conselheiro Estadual da Cultura - f:9 9369 3233

FONTE DA MATÉRIA: Revista Fórum - Nacional

quinta-feira, 9 de junho de 2022

“VITRINE DO ARTESANATO” – INAUGURADO O NOVO SALÃO DO ARTESANATO DE ALAGOA GRANDE, PB

ARTESÃNS DE ALAGOA GRANDE 
INAUGURAM A "VITRINE DO ARTESANATO"

 Aconteceu neste sábado, dia 04, a inauguração da “VITRINE DO ARTESANATO”, o mais novo Salão de Exposição da produtividade artesanal de Alagoa Grande. O novo salão está situado no Posto de gasolina “O PANDEIRO” que fica bem ao lado do Portal do Pandeiro, monumento situado bem na entrada da cidade, na PB-079, vindo por Juarez Távora.

O salão contém obras desenvolvidas pelos mais capacitados e tradicionais Artesãos de Alagoa Grande.  A “Vitrine do Artesanato” é uma Associação cuja Presidente é a jovem Artesã Nayalle Deininger. Outras Artesãs como Bernadete Montenegro, Georgina Melo, Socorro Gomes, Aysla Montenegro, Adelia Ribeiro, Mariseuda Melo, André Nunes, Bruno Costa, Rosineide Melo e Valeria Santana, fazem parte também deste novo Espaço Cultural de Alagoa Grande.

O ARTESANATO DE ALAGOA GRANDE EMGLOBA
VÁRIAS TIPOLOGIAS E DEMONSTRA  A 
RICA DIVERSIDADE DE NOSSOS MESTRES.
O grupo teve início a parti das perspectivas de promover melhor o artesanato local. Depois do período pandêmico e de todas as dificuldades que estavam sendo vivenciadas, receberam o convite pelo proprietário do Posto Pandeiro, o qual relatou que “devido as visitas ao monumento do pandeiro havia muitos turistas a procura do artesanato local”.

A oportunidade veio a calhar e depois da dificuldade veio as oportunidades e através de incentivadores do poder executivo, comércio local e poder legislativo, o projeto da “Vitrine” saiu do papel antes do esperado e em sua inauguração também tiveram a oportunidade de agregar outros representantes da cultura local como a quadrilha junina “Raízes do Paó”, o trio pé de serra “Guerreiros do Forró” coordenado pelo conhecido cantor “Pezão” e o tradicional “Queijo do Irandi” que tem sua representação de vendas ao lado do nosso Salão.

NOSSO ARTESANATO JÁ PARTICIPOU DE VÁRIAS FEIRAS
E SALÕES  DE NÍVEL NACIONAL - DESTAQUE PARA 
A QUALIDADE E CAPACIDADE DE NOSSOS ARTESÃOS
Os integrantes da organização destacam o incentivo recebido do prefeito Antônio Sobrinho, do vice-Prefeito  Bosco Neto, dos vereadores Marcelo Carlos, Jailton de Zumbi, Ronaldo da Cagepa, Nem Calixto, Clemilson Rodrigues, e das pessoas e dos empreendimentos como a São Luiz Moda Grife, Central da Madeira, Sistema Dinâmico de Ensino, DG papelaria, Cartório Garibaldi, Triunfo Supermercado, Pousada do Pandeiro, Promédica Laboratório, Ramildo Porto, Diana Avelar, SP Variedades, Loja do Diva e muitos outros.

DEPUTADO JOÃO BOSCO C. JUNIOR - UM DOS MAIORES
APOIADORES E INCENTIVADORES PARA QUE NOSSOS
ARTESÃOS TENHAM ESPAÇO, VIDIBILIDADE E SUCESSO
A inauguração da “Vitrine do Artesanato”, superou todas as expectativas pois além do grande público presente tivemos a presença significante do Deputado representante de nosso Município e Região, João Bosco Carneiro Junior, do pré-candidato a deputado federal Manoel Isidro, a quem agradecemos todo apoio a nós dedicado, e até de vereadores e do candidato Romero Rodrigues ex-Prefeito de Campina Grande que se sentiu maravilhado com a riqueza artesanal que presenciou.

JUNINA RAÍZES DO PAÓ - ENRIQUECEU O EVENTO COM
SUAS PERFORMANCES E DANÇAS DIVERSIFICADAS
Satisfeita com o resultado e a repercussão positiva alcançada pelo evento, assim se posicionou a Presidente da Associação Artesã Nayalle Deininger: “Obrigada a todos e todas em especial aos cidadãos e cidadãs da comunidade que reservaram um tempinho para prestigiar a inauguração do nosso mais novo Espaço Cultural de Alagoa Grande”.  E viva a “Vitrine do Artesanato de Alagoa Grande”.

Matéria Editada por Severino Antonio (bibiu)   - Conselheiro da Cultura do Estado da Paraíba - Contato: 9 9369 3233





 

SEVERINO ANTONIO (bibiu) e a PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO
VITRINE DO ARTESANATO DE ALAGOA GRANDE, NAYALLE DEININGER

sábado, 21 de maio de 2022

DIA MUNDIAL DA DIVERSIDADE CULTURAL - 21 DE MAIO

 

A data tem como objetivo chamar atenção para a importância do respeito e da preservação da diversidade cultural, considerada um dos elementos fundamentais para o desenvolvimento sustentável e a manutenção da paz no mundo

Desde 2002, o Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento é comemorado no dia 21 de maio. A efeméride foi instituída pela Assembleia das Nações Unidas (ONU) e marca a aprovação pela Unesco da Declaração Universal sobre a Diversidade Cultural.

A data tem como objetivo chamar atenção para a importância do respeito e da preservação da diversidade cultural, considerada um dos elementos fundamentais para o desenvolvimento sustentável e a manutenção da paz no mundo.

Para entender a importância da diversidade cultural, é preciso primeiro entender o conceito de “cultura” em que se baseia o documento. Na Declaração, lemos que:

“A cultura deve ser considerada como o conjunto dos traços distintivos espirituais e materiais, intelectuais e afetivos que caracterizam uma sociedade ou um grupo social e que abrange, além das artes e das letras, os modos de vida, as formas de viver em comunidade, os sistemas de valores, as tradições e as crenças.”

Assim, a diversidade cultural está diretamente relacionada com à questão da identidade e é vista como patrimônio comum da humanidade e como questão de direitos humanos. Nesse sentido, o art. 5º diz que:

“Qualquer pessoa deverá poder expressar-se, criar e difundir suas obras na língua que desejar e, em particular, na sua língua materna; qualquer pessoa tem direito a uma educação e uma formação de qualidade que respeite plenamente sua identidade cultural; qualquer pessoa deve poder participar na vida cultural que escolha e exercer as suas próprias práticas culturais, dentro dos limites que impõe o respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais.”

Fomentar a diversidade linguística em todos os níveis de educação, estimular a difusão de conteúdos diversos nos meios de comunicação, promover a indústria criativa das múltiplas formas de cultura e elaborar estratégias de preservação e valorização do patrimônio cultural são algumas das medidas que podem ser tomadas por governos para garantir o respeito à diversidade cultural.

O papel da educação e da escola na valorização da diversidade

A escola também pode e deve exercer o seu papel nesse contexto, promovendo a inclusão e a participação de todos(as) cidadãos(as) em seus espaços e assegurando o pluralismo cultural em suas práticas pedagógicas, projeto político e currículos. 

Matéria Editada por  Severino Antonio (bibiu) - 

Conselheiro Estadual de Políticas Culturais - Representante de 2ª Regional da Cultura, Brejo e Agreste - Contato: Fone/Zap: (83) 99369 3233

Fonte Original da Matéria:  Site Para Onde Ir