segunda-feira, 23 de abril de 2018

MARGARIDA ALVES DEVE ENTRAR PARA O LIVRO DOS HERÓIS DA PÁTRIA

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MARGARIDA ALVES - LÍDER SINDICAL ASSASSINADA -  DE ALAGOA GRANDE, PB
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou na noite de terça-feira (17) o Projeto de Lei 4288/16, da deputada Maria do Rosário (PT-RS), que inscreve o nome de Margarida Alves no Livro dos Heróis da Pátria. O livro está depositado no Panteão da Liberdade e da Democracia, em Brasília, e traz os nomes de Tiradentes, Zumbi dos Palmares e Santos Dumont, entre outros personagens históricos.

A líder sindical Margarida Alves nasceu em agosto de 1933 e morreu em agosto de 1983, logo após completar 50 anos. Ela foi assassinada por latifundiários na porta de casa, em Alagoa Grande (PB).
Margarida lutava por direitos básicos dos trabalhadores rurais, como carteira de trabalho assinada, jornada de oito horas, férias e 13º salário. Em 2000, em homenagem a ela foi criada a “Marcha das Margaridas”, mobilização de trabalhadoras rurais.
DEPUTADO FEDERAL LUIZ COUTO - ORGULHO PARLAMENTAR DA PARAIBA
 O relator na CCJ, deputado Luiz Couto (PT-PB), defendeu a proposta. Anteriormente aprovado pela Comissão de Cultura, o projeto tramitava em caráter conclusivo e, portanto, deve ir ao Senado, a não ser que seja apresentado recurso para análise em Plenário.

MARGARIDA, SEMPRE PRESENTE

“É melhor morrer na luta do que morrer de fome”, anunciou Margarida Alves em um discurso de comemoração pelo 1° de Maio (Dia do Trabalhador), três meses antes de morrer, em 1983, na porta de sua casa, assassinada por latifundiários.

Primeira mulher a presidir o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande, na Paraíba, a líder sindical paraibana Margarida Maira Alves, assassinada em 12 de agosto de 1983, na porta de casa, em frente ao marido e o filho pequeno, tinha voz forte e peito aberto. Sua baixa estatura física não refletia o tamanho da sua força e da sua coragem. Cresceu, e como cresceu na luta por uma sociedade mais justa e igualitária.

Margarida tornou-se conhecida por sua luta pelo reconhecimento dos direitos das trabalhadoras e dos trabalhadores do campo e pela denúncia de abusos por fazendeiros da região. Sua história e luta inspira a Marcha das Margaridas, criada em 2000 e serve de exemplo para os movimentos sociais do campo no Brasil, na luta contra a violência e por melhores condições de vida e trabalho.

Após trinta e quatro anos da sua morte, os culpados ainda não foram punidos. Mas, o legado de Margarida Alves representa um símbolo de força para a luta das mulheres do campo, contra à violência do capital e do patriarcado e por reconhecimento e representatividade na sociedade.

No contexto de golpe contra a democracia brasileira, as mulheres são as mais impactadas, principalmente as camponesas, com o avanço do capital e o aumento da violência. A contrarreforma da Previdência desconstrói a luta travada no campo pelas mulheres, desvaloriza o trabalho da mulher rural e contribui para o aumento das desigualdades.

A ânsia do governo golpista em aumentar os lucros do grande capital também tem gerado inúmeros retrocessos no trabalho feminino e contribuído para o crescimento da violência, o controle do corpo das mulheres e do machismo na sociedade.

O golpe também gera o aumento da violência do capital no campo, que sempre existiu, mas se intensifica com a ruptura do processo democrático e instalação do governo golpista. Trata-se de uma violência sistemática e contínua, provocada pela violência do agronegócio, omissão do governo, do Judiciários e de instituições do Estado como as forças policiais, que mata covardemente homens e mulheres, trabalhadores do campo que lutam pela democratização da terra e melhores condições de vida, sendo as mulheres as mais atingidas.

A violência e os assassinatos de trabalhadores do campo são inúmeros e tem se intensificado após o golpe, A exemplo da dirigente do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Nilce de Souza Magalhães, assassinada em janeiro de 2016, em Porto Velho (RO). Nicinha, como era conhecida, lutava em defesa das populações atingidas na região, denunciando as violações de direitos humanos cometidas pelo consórcio responsável pela Usina Hidrelétrica de Jirau, chamado de Energia Sustentável do Brasil (ESBR). O corpo da militante somente foi encontrado depois de cinco meses desaparecido.

Kátia Martins, 43 anos, presidente da Associação dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Assentamento 1º de Janeiro, em Castanhal, no nordeste do Pará, foi outra liderança assassinada em maio deste ano, em uma embosca na sua casa. O crime tem todas as características de uma execução.
Em 24 de maio deste ano, dez trabalhadores rurais que ocupavam a fazenda Santa Lúcia, no município de Pau D’Arco, a cerca de 60 km da cidade de Redenção, sudeste do Pará, também foram assassinados em uma ação das Polícias Civil e Militar do Pará. O Massacre de Pau D’ Arco ocorreu durante um processo de reintegração de posse da fazenda. Um dos mortos foi a presidenta da Associação dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Pau D’Arco, Jane Júlia de Almeida. Após 40 dias do massacre o trabalhador, Rosenildo, que juntamente com um grupo de trabalhadores rurais voltaram a ocupar o local, foi assassinado à tiros.

Dados da Comissão Pastoral da Terra mostram que somente este ano, 51 pessoas já foram assassinadas em conflitos no campo. Conforme o Relatório “Conflitos no Campo”, em 2016 foram assassinadas 61 pessoas em disputas por questões agrárias no Brasil, segundo maior número em 25 anos. A região Amazônica concentra 57% dos casos.

Apesar de estamos no século 21, trabalhadores e trabalhadoras no campo continuam morrendo na luta por Reforma Agrária e justiça social, vítimas da violência do capital, do agronegócio e do Estado brasileiro.Por tudo isso, Margarida Alves segue sendo um exemplo de luta atual e imprescindível para a denúncia da violência contra a mulher e os trbalhadores do campo, por Reforma Agrária e o restabelecimento da democracia no Brasil.

Editado por bibiu do jatobá direto do site CUT OFICIAL

FÓRUM NACIONAL DE FORRÓ DE RAIZ, CHEGA AO RIO DE JANEIRO

A imagem pode conter: 5 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas no palco e pessoas tocando instrumentos musicais
Orquestra Sanfônica do Balaio Nordeste.

O Fórum Nacional de Forró de Raiz já passou por diversas cidades do Brasil, a exemplo de Recife (PE), Fortaleza (CE), Natal (RN), Maceió (AL), Exu (PE), Brasília (DF), João Pessoa (PB), entre outras. Desta vez, a cidade de São Paulo recebe nos dias 24 a 26 de abril e, no Rio de Janeiro, com data para 26 a 28 de abril de 2018, com abertura no Teatro SESC Ginástico/Castelo às 9h no dia 26/04/2018.
O objetivo do Fórum é promover o reconhecimento do registro do forró como patrimônio imaterial cultural do Brasil. A produtora cultural e presidente da Associação Cultural Balaio Nordeste e principal articuladora do Fórum Nacional do Forró por todo o Brasil, Joana Alves, relata o crescimento deste movimento em prol do forró como patrimônio imaterial: “Estamos nesta luta deste reconhecimento há mais de 5 anos e o apoio das instituições e da população se faz necessário neste momento“ diz Joana.
O Fórum é uma ação cultural articulada por músicos, compositores, dançarinos, DJS e produtores culturais que se empenharam juntos ao Instituto do Patrimônio Artístico Cultural Nacional/IPHAN para que matrizes do forró pé-de-serra sejam reconhecidas como Patrimônio Imaterial Cultural do Brasil. O Fórum será promovido pelo SESC/RJ, com total apoio do presidente da entidade Luis Gastão e sob a coordenação de Paulo Damasceno, gerente de Responsabilidade Social do SESC/RJ.
A Orquestra Sanfônica Balaio Nordeste teve origem em uma oficina de acordeom, realizada pela Associação Cultural Balaio Nordeste e a FUNJOPE (Fundação Cultural de João Pessoa), em março de 2010. Com arranjos e produção musical do maestro Lucílio Souza, a Orquestra vem se firmando como um dos produtos culturais mais genuínos e expressivos da música nordestina, fazendo parte da programação do Fórum Nacional de Forró de Raiz, e com apresentação marcada para o dia 28 de abril na Feira de São Cristovão no Rio de janeiro.
A orquestra já se apresentou em vários estados brasileiros e, por dois anos consecutivos (2015/2016), na França, onde participou do maior festival de acordeom do país (“Le Printemps des Bretelles”), sendo que em 2016, a convite do Setor Cultural da Embaixada do Brasil na França, realizou também um concerto na noite de inauguração do Salão Internacional do Livro (“Livre Paris 2016”), apresentando-se ainda no Teatro Lúcio Costa, na Fundação “Maison du Brésil”, em Paris.
Em maio de 2017, a Orquestra foi contemplada pelo programa Ibermúsicas , viajando para o Peru, onde se apresentou no festival FESTIFOLCOR, em Arequipa.
Em junho de 2017, gravou no Teatro Santa Rosa, em João Pessoa, o DVD “Orquestra Sanfônica em Ritmos de Nordeste”, com a participação de artistas renomados como Irah Caldeira, Pinto do Acordeom, Cezzinha e Silvério Pessoa.
O repertório da Orquestra apresenta grandes mestres da música brasileira, como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Chico César, Sivuca, dentre outros, levando o público a cantar e dançar ao som de cirandas, coco de roda, baião, xote, e muito forró.
O editor e diretor do Jornal da Feira de Tradições Nordestinas do Campo de São Cristóvão/RJ, jornalista Gilberto Teixeira, que integra o coletivo do fórum e propõe a criação oficial do Comitê Gestor Pé-de-serra/RJ, divulgou a programação do Fórum Nacional do Forró de Raiz/edição Rio.
PROGRAMAÇÃO
Dia 26/04/2018,
9h abertura no Teatro SESC Ginástico/Castelo; audiência pública, com a Sra. Fátima Bezerra/Senadora, o Sr. Sérgio Sá Leitão/Ministro da Cultura e representantes do Iphan/RJ, SESC/RJ e a cantora Elba Ramalho.
14h debates e discussões sobre os aspectos conceituais das matrizes do forró pé-de-serra.
Dia 27/04/2018
9h no SESC Tijuca, debates e discussões em torno das leis de regularização e do fomento cultural/mídias e políticas públicas.
Dia 28/04/2018
9h debates e discussões sobre políticas públicas, territórios, comunidades e atividades do forró de raiz. Convidados: Kiko Horta, Daniel Gonzaga, Marcelo Caldo, Gilberto Teixeira, Felipe Trotta e Chico D’ângelo.
22h, além da Orquestra Sanfônica Balaio Nordeste, um megashow na feira de São Cristóvão com grandes estrelas, entre elas, Gilberto Gil e Tânia Alves!

Editado por bibiu direto do site W S COM

segunda-feira, 16 de abril de 2018

ESPETÁCULO DE BONECOS ENCANTA PÚBLICO ALAGOAGRANDENSE


 
Mais uma vez a CIA. BOCA DE CENA (João Pessoa) realizou um espetáculo de “babaus”, "TEM BOI NO ALGODÃO",em frente ao Teatro Santa Ignêz, o terceiro mais antigo da Paraiba, localizado na cidade de Alagoa Grande.
 Patrocinado pelo Governo do Estado, Secretaria da Cultura através do IPHAEP e com o apoio da Secretaria da Cultura e do Turismo do Município de Alagoa Grande, a Cia Boca de Cena, além do belíssimo espetáculo de bonecos apresentado no sábado, dia 14, gratuitamente, ainda ofereceu uma conceituada OFICINA sobre o PATRIMÔNIO HISTÓRICO para o público, visando a preservação de nosso SÍTIO HISTÓRICO por ser o mesmo, um dos mais importantes do Estado.
O ESPETÁCULO "TEM BOI NO ALGODÃO" ENCANTOU A TODOS E TODAS
 Um grande público compareceu ao espetáculo que teve a coordenação de produção do Secretário Marcelo Félix com o apoio do Diretor de Turismo, o jovem turismólogo Rivaildo e o Diretor de Eventos, o bem conceituado artista plástico, Eudes Vidal.
 

A Cia Boca de Cena vai executar um Conjunto de ações culturais e educativas em 13 municípios do Estado, para tratar da importância dos patrimônios materiais e imateriais.   Durante a circulação do projeto, que terá duração de dois dias em cada localidade, será ofertado ao público um minicurso patrimonial, exposição e espetáculo da Cia Boca de Cena em praça pública. 

 A Secretaria da Cultura de Alagoa Grande e o público em geral que compareceu e saiu extasiado de alegrias com o espetáculo genuinamente de nossa CULTURA POPULAR encenado por esta bem conceituada Cia. De Espetáculos, vem de público parabenizar a trupe, aos artistas, e torcer para que em breve tempo tenhamos de volta na terra de Javancy Celso, Celsa Monteiro, Crizelide Barros, José Egrimar, de Os Outros, da Cia Oxente, de Maciel Marcel, da Cia Mangai e tantos outros ícones do Teatro Paraibano e brasileiro, mais uma ação da Cia de Teatro Boca de Cena.  Uma ação que merece nossos Parabéns!
 
Reportagem de bibiu do jatobá
Fotos do Professor Rafael Rodrigues.
MARCELO, SECRETÁRIO DA CULTURA - RIVAILDO, DIRETOR DE TURISMO
 

sexta-feira, 30 de março de 2018

VEM AÍ - O 4º FESTIVAL DE DANÇA DE ALAGOA GRANDE, PB


UM DOS MAIS BONITOS E CONCORRIDOS FESTIVAIS DA DANÇA DO BREJO

CONTATOS PARA INSCRIÇÕES: 

Cia DançArte - John Daniel -  FONE/ZAP - 9 9320-7512

quinta-feira, 29 de março de 2018

PAIXÃO DE CRISTO EM ALAGOA GRANDE, PB, - 10 ANOS DE FIDELIDADE E BELEZA CÊNICA

PAIXÃO DE CRISTO EM ALAGOA GRANDE - 10 ANOS DE PURA ARTE
  Em Alagoa Grande, durante a Semana Santa, um grupo de jovens artistas encenam, desde 2008, o espetáculo da Paixão de Cristo.

Idealizado em 2008, por 3 amigos (Patrícia Oliveira, Carlos Santos e Tânia Santos), o espetáculo contou com a colaboraçao do então cidadão Marcelo Félix (hoje Secretário da Cultura do Município), que desde então vem mantendo a produção desse tradicional espetáculo.
CARLOS SANTOS, PATRÍCIA OLIVEIRA E TÂNIA SANTOS - CRIADORES DA PAIXÃO DE CRISTO EM ALAGOA GRANDE NO ANO DE 2008
 Dezenas de artistas locais se dedicam durante meses, para apresentar ao público, um belo espetáculo, com figurinos bem elaborados e coreografias de grande beleza. Além dos atores e atrizes, muita gente colabora com o espetáculo, ajudando na sua realização.

A ENCENAÇÃO TAMBÉM SERVE DE INCUBADORA PARA NOVOS ARTISTAS
Neste ano de 2018, a Paixão de Cristo em Alagoa Grande estará sob a Direção de Alfredo Neto e a Coreografia de Naomi Santos.
Um espetáculo que vale a pena ser visto por todos e todas.

Sexta (dia 30/03) e domingo (dia 01/04), à partir das 20:00h
A entrada é totalmente GRATUITA.

Matéria produzida por Marcelo Félix (Secretário da Cultura e do Turismo de Alagoa Grande, PB), coletada do site ALAGOINHA EM FOCO e editada por bibiu do jatobá
EUDES VIDAL (Diretor de Eventos) e MARCELO FÉLIX (Secretário da Cultura)
A CADA ANO NOVOS ARTISTAS E VETERANOS JUNTAM-SE EM BELAS APRESENTAÇÕES.

segunda-feira, 26 de março de 2018

FÓRUM DA CULTURA DO BREJO E CURIMATAÚ REALIZA A SEGUNDA REUNIÃO


 Aconteceu neste sábado, dia 24, mais uma reunião do "Fórum da Cultura do Brejo e Curimataú" no Colégio Estadual José Soares de Carvalho da cidade de Guarabira, com a presença de diversos artistas, ativistas, gestores, produtores culturais, etc, reunião convocada pela comissão provisória para a discussão e aprovação do Regimento Interno da Entidade e Eleição Provisória da Diretoria.
 A reunião transcorreu normalmente e com bastante participação dos presentes advindos de várias cidades a exemplo do Professor Guto, Secretário Marcelo Félix, Isaías Vicente (cover de Jackson do Pandeiro), Raminho Talibã (Articulador da Cultura do Brejo), Adriano Dias (Artística Plástico), Soledade (Repentista), Lê Abrantes (Presidente da Associação de Ator de Guarabira), Joilson Custódio (Ator e Produtor Cultural de Bananeiras), bibiu do jatobá (Vice-Presidente da AFRORRÓ), Maricélia (Artesã) e Josiane, militante do Áudio Visual e muitos outros e outras.
 Como previsto, a reunião terminou por aprovar o novo REGIMENTO INTERNO e eleger uma DIRETORIA PROVISÓRIA para dar andamento no avanço da reconstrução deste tão importante fórum que pretende reorganizar e dar um novo direcionamento a produção artística e aos artistas e produtores do Brejo e Curimataú paraibano.
 
A Diretoria Provisória ficou composta por Severino Antonio (bibiu do jatobá) de Alagoa Grande, como Presidente; Lê Abrantes, de Guarabira como Vice-presidente e Josiane, de Alagoa Grande, como Secretária. 

Uma nova reunião já foi marcada na oportunidade para acontecer no dia 14 de Abril (sábado), às 9h da manhã, na mesma escola de Guarabira (próximo ao Zenobão), com a seguinte pauta para discussão:
1 - definição do papel do articulador;
2 - eleição definitiva da diretoria;
3 - criação do calendário para as assembleias; e
4 - discussão sobre as diversas demandas do fórum.
 A nova Diretoria e todos os participantes, desde já convidam á todos os Artistas e Ativistas Culturais do Brejo e Curimataú para se engajarem nesta reconstrução uma vez que temos uma longa pauta de assuntos para serem discutidos e encaminhados objetivando conquistarmos maiores espaços, divulgação, melhores cachês, intercâmbio, etc, etc.
 Desde já, estejam todos e todas convidados.

Edição da matéria de Severino Antonio (bibiu)
Fotos de Marcelo Félix Lopes e bibiu do jatobá.