sábado, 11 de fevereiro de 2017

GESTORES e ARTISTAS INTERESSADOS EM PARTICIPAR DO “CAMINHOS DO FRIO 2017”, SE REUNIRAM EM BANANEIRAS



REUNIÃO DOS ARTISTAS DO BREJO EM BANANEIRAS
Aconteceu nesta quinta-feira (09), às 14h no Espaço Cultural Oscar de Castro, na cidade de Bananeiras – PB, o intercâmbio cultural entre municípios do Brejo paraibano.  O encontro foi coordenado por Secretário Eduardo Guimarães,  e outros ativistas culturais de Bananeiras, para tratar sobre a Rota Cultural Caminhos do Frio 2017. 
Sergerson Silvestre - Presidente do Fórum do Turismo do Brejo
 A reunião teve a presença e as representações de artistas e grupos culturais dos municípios que integram o roteiro:  Solânea, Areia, Bananeiras, Pilões, Alagoa Grande, Remígio, Matinhas, Serraria e Alagoa Nova. A proposta foi de trazer demandas de produções artístico-culturais para a integração e intercâmbios entre os municípios oferecendo: Oficinas, Shows, Espetáculos teatrais e de dança, assim como outras apresentações culturais, foram destaques das demandas apresentadas. 
Secretário da Cultura e do Turismo de Bananeiras, Eduardo Guimarães - Anfitrião.
  Na reunião, estiveram  presentes representantes ou gestores culturais e de turismo, das cidades de Bananeiras, Alagoa Grande, Areia, Alagoinha, Serraria  e Solânea.   Também esteve presente, o Presidente do Fórum de Turismo do Brejo Paraibano, Sergesson Silvestre e a gestora de turismo do SEBRAE, Regina Amorim. 
CARAVANA DE ALAGOA GRANDE - TERRA DE JACKSON DO PANDEIRO
 Alagoa Grande se fez presente com uma caravana bastante diversificada uma vez que nela constavam representantes de Grupos Teatrais, Repentistas Violeiras, Trios de Forró Pé-de-serra, Grupos de MPB-POP, Cirandeiras, Literatura Encenada, Cultura Popular, Artesanato, Gastronomia, Pousada, Hotéis e Restaurantes. Já a caravana artística da cidade de Solânea na reunião foi composta por artistas da área da música, teatro, artesanato, gastronomia, capoeira, e da cultura popular. 
REGINA AMORIM - Diretora de Turismo do SEBRAE - Apoio constante.
  O “Caminhos do Frio” se configura como um dos maiores eventos culturais do estado e vem ganhando força a cada ano.  Na reunião, demandas foram levantadas e contatos firmados afim de fortalecer o intercâmbio entre as cidades. 
Severino Antonio (bibiu) - Em defesa da CULTURA POPULAR
Também foi de grande importância a apresentação de uma gama imensa de artistas, mestres e equipamentos até então desconhecido de muitos e que a partir de agora, passam a ter visibilidade através desta proposta de mostrar ao grande publico que vem curtir o Roteiro, a diversificada riqueza cultural que faz deste recanto da Paraiba um gigantesco celeiro de artistas, lugares e equipamentos que muito tem a contribuir com o desenvolvimento do Turismo na região. 

EVANGELINA  - A Argentina que veio divulgar o TANGO como proposta cultural
 Ao final, um lanche especial regado a sucos de frutas regionais ao som da afinada banda de Pífanos ”Pimenta Malagueta” da cidade de Dona Inez, confirmou todas as expectativas de catalogação dos Artistas e Ativistas Culturais interessados em participar dos Eventos do Roteiro, e ainda sinalizou para a necessidade de se criar uma Instância de Governança voltada para as Artes e a Cultura do Brejo paraibano.

Fonte primeira da Reportagem:  Site oficial da Prefeitura de Solânea
Edição, Adendo a matéria e Fotos de:  Severino Antonio (bibiu)
 Email: severinopb@uol.com.br
CIDADANIA ALAGOAGRANDENSE  -   http://alagoagrandecidadania.blogspot.com.br/
CULTURA DO BREJO acesse: http://culturadobrejo.blogspot.com.br/
Fone Zap: 9 9369 3233.
 
 
 


 

  

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

GOVERNO BRASILEIRO RECONHECE COMUNIDADE DE CAIANA DOS CRIOULOS DE ALAGOA GRANDE, PB, COMO REMANESCENTE DE QUILOMBOLA

CIRANDEIRAS DE CAIANA - Raízes culturais da comunidade
Uma área de aproximadamente 646 hectares localizada nos municípios paraibanos de Alagoa Grande, Matinhas e Massaranduba foi reconhecida e declarada como terras da Comunidade Remanescente de Quilombo Caiana dos Crioulos por meio de Portaria publicada nesta segunda-feira (6) no Diário Oficial da União (DOU). Caiana é uma das comunidades quilombolas mais conhecidas da Paraíba.

De acordo com a antropóloga do Serviço de Regularização de Territórios Quilombolas do Incra/PB Maria Ester Fortes, o próximo passo no processo de regularização do território reivindicado pela comunidade é a solicitação da publicação do decreto de desapropriação dos três imóveis inseridos na área, que será assinado pelo presidente da República, Michel Temer.

O resumo do Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID) da comunidade Caiana dos Crioulos foi publicado no DOU e no Diário Oficial da Paraíba, em 24 e 28 de dezembro de 2015, respectivamente. O RTID é, segundo Maria Ester, a peça inicial do processo administrativo de regularização dos territórios quilombolas e é constituída por relatório antropológico, relatório agronômico-ambiental, levantamento fundiário, mapa e memorial descritivo da área e relação das famílias quilombolas cadastradas pelo Incra.
COMUNIDADE DE CAIANA DOS CRIOULOS - Tradição alagoagrandense.
“Com a titulação definitiva do território pleiteado, a comunidade quilombola de Caiana dos Crioulos poderá ter acesso novamente às terras que tradicionalmente eram utilizadas por seus moradores no cultivo de suas lavouras e às quais não têm mais acesso, agravando o processo de migração das famílias para outros estados e colocando em risco a integridade e a sobrevivência deste grupo”, afirmou Maria Ester Fortes.


TRADIÇÕES DA COMUNIDADE

Localizada no agreste paraibano, a cerca de 122 quilômetros de João Pessoa, a comunidade quilombola Caiana dos Crioulos tem 98 famílias e reivindica uma área de aproximadamente 646 hectares. As famílias vivem principalmente de culturas de subsistência, como feijão, fava, milho, mandioca, inhame, batata-doce, bem como da criação de animais e da fruticultura.

A comunidade ainda mantém bem vivas as tradições herdadas de seus antepassados e preserva vários traços de sua cultura e história. Entre as manifestações culturais da comunidade estão os grupos de Coco de Roda e de Ciranda, formados principalmente por mulheres, que se apresentam em eventos culturais e educacionais na Paraíba e em outros estados brasileiros.
Habitar em serras e grotões - Características dos quilombolas
Desde a década de 1940, a comunidade também era conhecida pela banda de pifanos (banda cabaçal), que animava festas na sede do município de Alagoa Grande, e está sendo retomada por um grupo de jovens de Caiana.
A origem de Caiana dos Crioulos não é clara, segundo o RTID. Alguns autores afirmam que a comunidade de Caiana descenderia de escravos africanos que por lá se instalaram entre os séculos XVIII e XIX, rebelados quando do desembarque de um navio negreiro aportado em Baía da Traição, no litoral norte da Paraíba. Outros entendem que Caiana teria se originado pela chegada a Alagoa Grande de sobreviventes do massacre do Quilombo dos Palmares, o que justificaria a existência da localidade denominada Zumbi nas proximidades de Alagoa Grande.
As CIRANDEIRAS DE CAIANA são conhecidas e reconhecidas em todo o Brasil
“Nenhuma destas versões é confirmada pelas pessoas da comunidade. Quando perguntados, os moradores de Caiana afirmam que seus pais e avós nunca lhes contaram como a comunidade se originou. O que podemos afirmar com certeza, a partir de depoimentos dos mais velhos, é que o grupo está estabelecido no local há mais de 150 anos”, completou Maria Ester Fortes.

PROCESSO DE REGULARIZAÇÃO:

A missão de regularizar os territórios quilombolas foi atribuída ao Incra em 2003, com a promulgação do Decreto nº 4.887, que regulamentou o procedimento para identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas pelos remanescentes das comunidades dos quilombos de que trata a Constituição Federal em seu Artigo 68.

As comunidades quilombolas são grupos étnicos predominantemente constituídos pela população negra rural ou urbana, que se autodefinem a partir das relações com a terra, o parentesco, o território, a ancestralidade, as tradições e práticas culturais próprias. Estima-se que em todo o País existam mais de três mil comunidades quilombolas.

Para terem seus territórios regularizados, as comunidades quilombolas devem encaminhar uma declaração na qual se identificam como comunidade remanescente de quilombo à Fundação Cultural Palmares, que expedirá uma Certidão de Autodefinição em nome da mesma. Devem ainda encaminhar à Superintendência Regional do Incra uma solicitação formal de abertura dos procedimentos administrativos visando à regularização.

A regularização do território tem início com um estudo de vários aspectos da comunidade, a elaboração do RTID. Uma vez aprovado este relatório, o Incra publica uma portaria de reconhecimento que declara os limites do território quilombola. A fase final do procedimento é a regularização fundiária, com a retirada de ocupantes não quilombolas através de desapropriação e/ou pagamento das benfeitorias e a demarcação do território. É concedido título de propriedade coletivo, pró-indiviso e em nome da associação dos moradores da área, registrado no cartório de imóveis, sem qualquer ônus financeiro para a comunidade beneficiada. Os títulos garantem a posse da terra, além do acesso a políticas públicas como educação, saúde e financiamentos por meio de créditos específicos.

NA PARAIBA

Dos 29 processos abertos no Incra/PB para a regularização de territórios quilombolas, 14 Relatórios Técnicos de Identificação e Delimitação (RTIDs) foram iniciados e destes, nove foram publicados nos Diários Oficiais do Estado e da União: Engenho do Bonfim, em Areia; Matão, em Gurinhém; Comunidade Urbana do Talhado, em Santa Luzia; Pedra D'Água, em Ingá; Grilo, em Riachão do Bacamarte; Mundo Novo, em Areia; Paratibe, em João Pessoa; Caiana dos Crioulos, em Alagoa Grande, Matinhas e Massaranduba; e Vaca Morta, em Diamante.

De acordo com a presidente da Associação de Apoio aos Assentamentos e Comunidades Afrodescendentes da Paraíba (Aacade/PB), Francimar Fernandes, 39 comunidades remanescentes de quilombos na Paraíba já possuem a Certidão de Autodefinição expedida pela Fundação Cultural Palmares e uma outra comunidade deve receber a certidão em breve.
 
Fonte da matéria: ALAGOINHA EM FOCO
 Email: severinopb@uol.com.br
CIDADANIA ALAGOAGRANDENSE  -   http://alagoagrandecidadania.blogspot.com.br/
CULTURA DO BREJO acesse: http://culturadobrejo.blogspot.com.br/
Fone Zap: 9 9369 3233.
 

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

TAPIOCARIA DO PANDEIRO – EM ALAGOA GRANDE, PB – MAIS UMA NOVIDADE NO BREJO PARAIBANO

 O brejo paraibano acaba de ganhar uma tapiocaria temática voltada para atender os turistas e visitantes de Alagoa Grande, terra de Jackson do Pandeiro; trata-se da TAPIOCARIA do PANDEIRO, construída ao lado da POUSADA do PANDEIRO situada a 100 m do PORTAL do PANDEIRO, na saída para o Município de Juarez Távora, via PB 079.
Funcionando a partir das 04 (quatro) horas da manhã, a TAPIOCARIA do PANDEIRO oferece além do café tradicional, Tapiocas com coco, manteiga, queijo, carne de sol, carne de charque, Cuscuz Recheado, com carne de sol, carne moída, com charque, sopas diversas, galinha caipira com macaxeira, sucos diversos de frutas de época, com atendimento impecável e os menores preços da região.

Assista ao vídeo alusivo a Tapiocaria do Pandeiro.
A TAPIOCARIA do PANDEIRO fica ao lado da POUSADA do PANDEIRO e tem o objetivo de atender a demanda dos hóspedes desta, atender aos visitantes, turistas e abrir mais um espaço voltado para a GASTRONOMIA REGIONAL uma vez que Alagoa Grande ainda não tinha um empreendimento deste porte com um direcionamento temático à cultura local reconhecida em todo o Brasil.
O empresário Josildo Oliveira continua inovando a cada dia; recentemente instalou na sua POUSADA DO PANDEIRO, placas para a captação de energia solar transformando assim sua Pousada em pioneira no brejo a consumir este tipo de energia.  A Pousada também tem o “TETO VERDE” onde é produzindo verduras e frutas para o deleite dos hospedes.

A POUSADA DO PANDEIRO junto com a TAPIOCARIA DO PANDEIRO ora inaugurada, completa o objetivo que Josildo Oliveira  desejava oferecer ao trade turístico do Brejo paraibano onde o publico agora pode desfrutar do conforto da pousada e das delícias da gastronomia regional, tudo em um só lugar e na comodidade de seu quarto.  Para informações e Reservas, utilizem do Telefone: (83) 9 9327 2401 onde uma família de empreendedores espera por sua família para vivenciar e saborear o que de mais prazeroso existe na terra do Rei do Ritmo.   Sejam todos e todas, bem vind@s.
 
Reportagem de bibiu do jatobá.
Email: severinopb@uol.com.br
CIDADANIA ALAGOAGRANDENSE  -   http://alagoagrandecidadania.blogspot.com.br/
CULTURA DO BREJO acesse: http://culturadobrejo.blogspot.com.br/
Fone Zap: 9 9369 3233.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

2017; O ANO INTERNACIONAL DO TURISMO SUSTENTÁVEL

QUILOMBO DE CAIANA DOS CRIOULOS - CAPACITADO PARA A SUSTENTABILIDADE
  A Organização Mundial do Turismo (OMT) declarou 2017 como o Ano Internacional do Turismo Sustentável. O objetivo é conscientizar as pessoas sobre a importância do turismo para a distribuição da riqueza proporcionada pelas viagens.

O potencial do turismo para o desenvolvimento sustentável é reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) como um dos principais setores de geração de emprego do mundo. A atividade oferece oportunidade de subsistência, ajuda a reduzir a pobreza e direciona as atividades produtivas para o desenvolvimento e inclusão social.
Mapa da Sustentabilidade
Em 2015, o Ministério do Turismo apresentou o Mapa da Sustentabilidade com um guia para consultas que promove e incentiva turistas a visitarem destinos que avançam na implementação de boas práticas para a sustentabilidade do turismo.
MEMORIAL DE JACKSON DO PANDEIRO - MILHARES DE TURISTAS ANUALMENTE
“O Ministério do Turismo está sensível a esse tema, tanto que tem apoiado importantes iniciativas no sentido de reconhecer as experiências bem-sucedidas no segmento para incentivar que o setor aposte cada vez mais no Turismo Sustentável”, afirmou o ministro do Turismo, Marx Beltrão.

Além disso, com o apoio do MTur, o Prêmio Braztoa de Sustentabilidade, realizado em novembro do ano passado, contou com 50 concorrentes com propostas inovadoras e soluções de práticas sustentáveis para o mercado do turismo e premiou o Cambará Eco Hotel, de Aparados da Serra, em Cambará do Sul (RS).

A sustentabilidade tem como base a economia, o social e o ambiental. O turismo, se bem concebido e gerido, proporciona emprego e renda em harmonia com a natureza, a cultura e a economia dos destinos.
ENGENHO LAGOA VERDE - A  CACHAÇA VOLÚPIA COMO ATRATIVO
O consumo responsável dos serviços turísticos também minimiza impactos negativos ambientais e socioculturais e, ao mesmo tempo, promove benefícios econômicos para as comunidades locais e no entorno dos destinos.

Na adoção dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), definidos pela ONU, o turismo foi inserido em três deles: 8º) Promover crescimento econômico sustentável e inclusivo, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos; 12º) Consumo e produção sustentável; e 14º) Conservação e uso sustentável dos oceanos, mares e fontes marinhas para o desenvolvimento sustentável.
TEATRO SANTA IGNÊZ  -  VISITADO POR BRASILEIROS DE NORTE A SUL

Fonte da Notícia: PORTAL BRASIL
Email: severinopb@uol.com.br
CIDADANIA ALAGOAGRANDENSE  -   http://alagoagrandecidadania.blogspot.com.br/
CULTURA DO BREJO acesse: http://culturadobrejo.blogspot.com.br/
Fone Zap: 9 9369 3233.

SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA LANÇA PIRIAH - REVISTA CULTURAL ELETRÔNICA e IMPRESSA.

Nenhum texto alternativo automático disponível.
Arte de SHIKOda capa do número 2 da revista PIRIAH 
  A Secretaria de Estado da Cultura da Paraíba (#Secult) lançou a Revista Piriah. A segunda edição da revista é uma propositura da #Secult, e surge como uma ação do Governo da Paraíba. De caráter institucional, ela se apresenta através da arte e cultura enquanto reflexo da realidade paraibana.

Conheça a Revista Piriah >> http://consultacultural.pb.gov.br/piriah/
Basta acessar e manusear eletronicamente a bela e completa Revista.


Portal Institucional  da Secretaria de Estado da Cultura >> www.paraiba.pb.gov.br/cultura


Editado por:  Severino Antonio (bibiu).  

Email: severinopb@uol.com.br
CIDADANIA ALAGOAGRANDENSE  -   http://alagoagrandecidadania.blogspot.com.br/
CULTURA DO BREJO acesse: http://culturadobrejo.blogspot.com.br/
Fone Zap: 9 9369 3233.
 

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

POUSADA DO PANDEIRO: A PRIMEIRA DO BREJO A UTILIZAR ENERGIA SOLAR.



Objetivando contribuir com o equilíbrio do ecossistema e confirmando sua vocação de Empreendedor Inovador, o empresário Josildo Oliveira, parte na frente mais uma vez e estar instalando em sua bela e aconchegante Pousada do Pandeiro, um novo sistema elétrico movido a Energia Solar (Energia Fotovoltaica).
 Para tanto, o empresário está se utilizando do Programa de Financiamento a Micro e a Minigeração Distribuída de Energia Elétrica (FNE/SOL) do BNB, cujo objetivo é contribuir para a sustentabilidade ambiental da matriz energética da Região Nordeste, oferecendo uma linha de crédito especialmente desenhada para o financiamento de sistemas de micro e minigeração distribuída de energia por fontes renováveis, para consumo próprio dos empreendimentos. (Detalhes no site http://www.bnb.gov.br/web/guest/programas_fne/programa-de-financiamento-a-micro-e-a-minigeracao-distribuida-de-energia-eletrica-fne-sol ).
 
Com esta iniciativa, a Pousada do Pandeiro, se torna o primeiro empreendimento do gênero a utilizar da Energia Limpa e Renovável no Brejo paraibano.
 A Pousada do Pandeiro que já é uma das mais modernas da região dispondo de quartos aconchegantes,  wi-fi, ar condicionado, garagem, câmeras de segurança, exposição cultural, etc, alem de passar a ser abastecida com Energia Solar, em breve dias a mesma vai inaugurar também a primeira Tapiocaria  Temática da Região; a “Tapiocaria do Pandeiro” onde toda a ornamentação, ambientação, música e cardápio, foram inspirados na obra do Rei do Ritmo, Jackson do Pandeiro, ídolo maior da música popular brasileira, nascido neste Município.
 Satisfeito com a parceria do BNB e trade turístico da Região, Josildo Oliveira disse ao portal Cultura do Brejo que seu objetivo “é contribuir com a infraestrutura turística do Município que detém a maior Diversidade Cultural da Região e que os eventos culturais trazem sempre grandes levas de turistas que agora têm onde se hospedarem em um espaço de primeiro mundo”.
 
A Pousada e Tapiocaria do Pandeiro fica situada na saída para o Município de Juarez Távora, pertinho do portal do Pandeiro, e atende 24 horas por dia, pelos telefones (83) 9 9327 2401 – 9 9973.1272.

Reportagem de Severino Antonio (bibiu).

 
 
 Reportagem de Severino Antonio (bibiu).

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

TEATRO SANTA ROZA É REINAUGURADO NA PARAIBA.



O governador Ricardo Coutinho entrega à população, nesta quinta-feira (22), a mais nova e abrangente reforma da história do Teatro Santa Roza, palco da cultura de João Pessoa e da Paraíba. A solenidade está prevista para as 19h, com encenação da peça “Como nasce um cabra da peste”. O teatro, patrimônio material do Estado e uma das riquezas culturais mais importantes da Paraíba, recebeu intervenções em todo o prédio e contou com investimento total de quase R$ 4,5 milhões.
“Vamos finalmente entregar o Teatro Santa Roza completamente reformado”, afirmou Ricardo Coutinho no programa radiofônico ‘Fala Governador’. Ao total, a área de recuperação no teatro é de 2.243,22m². O valor do investimento da primeira etapa foi de R$ 883.976,60 e na segunda, R$ R$ 1.710.483,41. A terceira e considerada a mais importante etapa, que consistiu na compra e montagem da caixa cênica – o “coração” do palco teatral – bem como cenotecnia, iluminação e sonorização, teve investimento de R$ 1.866.426,05, totalizando R$ 4.460.886,06 para reformar o mais antigo teatro de João Pessoa, quinto mais antigo do Brasil e patrimônio tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep).

















Restauração - Foram realizados no processo de reforma: recuperação na coberta do teatro, polimento no piso em taco de madeira, recuperação nos lambris, recuperação e/ou substituição de janelas e portas inclusive dos camarins, restauração da fonte lateral, revisão na rede elétrica com especial atenção aos lustres do salão, revisão na rede hidro sanitária, modernização da instalação de prevenção e combate a incêndio, recuperação dos banheiros, troca de todo o sistema de climatização, bem como colocação de um novo grupo gerador, retirada com substituição da coberta em telha canal do palco externo, novo projeto de iluminação da fachada e do entorno teatro e toda sua pintura interna e externa.

Na conclusão da reforma, com a cenotecnia e sonorização, a obra foi contemplada com novo revestimento cênico, varas de luz, equipamentos de luz, área para guarda de equipamento, área para dimmerbox, substituição de varandas e passarelas na caixa cênica, iluminação de serviço dentro da caixa cênica, nova escada elicoidal para acesso as varandas e passarelas, novo urdimento, sistema de microfone wireless uhf, polarização cardioide, transmissor de mão slx, receptor wh30, seleção de 960 frequências e resposta de 50hz a 16khz, misturador de seis canais com dois amplificadores de 120wrms digital, mixer de áudio digital de 32 canais de áudio, oito canais analógicos auxiliares.














Patrimônio - Em novembro deste ano, o Teatro Santa Roza completou 127 anos de existência, reunindo, neste mais de um século história, momentos importantes da sociedade paraibana. O espaço foi palco de acontecimentos políticos, históricos e culturais. Esta nova reforma deverá levar o espaço a outro patamar de utilização.

Adriana Pio, diretora do Santa Roza, explica que justamente pelo tombamento, com a reforma, não haverá mudança na capacidade de público ou alteração na estrutura da edificação do teatro. Porém, é um equipamento com ótima capacidade de atender ao público e apresentações artísticas. A plateia está configurada com 427 assentos; sendo 224 dispostos nos camarotes dos dois pavimentos, 194 no térreo, três para deficientes físicos, três para obesos e três no camarote do governador do Estado.
Para Simone Guimarães, diretora da Superintendência de Obras do Plano de Desenvolvimento do Estado (Suplan), esta é mais uma obra que coloca a Paraíba na rota cultural nacional. “Esta obra foi feita com zelo, cuidado, pensando no patrimônio que o teatro representa, incluindo orientação do Iphaep. A climatização é toda nova, as novas cortinas recuperaram o glamour original do espaço, entre várias restaurações. Tudo para proporcionar à população grandes apresentações”, relatou a superintendente.

História – O Teatro Santa Roza foi palco de importantes acontecimentos artísticos e históricos da Paraíba, como a assembleia que concebeu a bandeira do Estado; a sessão da Assembleia Legislativa que mudou o nome da capital estadual de Paraíba para João Pessoa – em homenagem ao então presidente (governador) assassinado em 26 de julho de 1930; e ainda funcionou como cineteatro no período de 1911-1941.

A Fundação Joaquim Nabuco, entidade vinculada ao Ministério da Educação, informa que a pedra fundamental para a sua construção foi oficialmente lançada em 2 de agosto de 1852, por meio da Lei Provincial nº 549, durante o governo de Francisco Teixeira de Sá. A edificação ficou sob a responsabilidade da Sociedade Particular Santa Cruz, sendo suspensa em 1882, por falta de recursos financeiros.

A obra foi retomada durante o governo provincial de Francisco da Gama Roza, de onde vem o nome “Theatro Santa Roza”. Existe uma polêmica do “S” e do “Z” na grafia da palavra Roza. Uns defendem que deve continuar com Z por ter sido uma homenagem ao então governador Francisco da Gama Roza e outros, com S, que é a forma etimologicamente correta, proveniente do latim rosa. Há ainda quem defenda que o nome do político Gama Roza se grafava com ‘S’, como a historiadora Fátima Araújo, que lançou um livro sobre a história do Teatro. Atualmente, no entanto, a grafia da fachada segue com ‘Z’.

O espaço foi inaugurado no dia 3 de novembro de 1889, ocasião em que foi apresentado o drama “O Jesuíta – ou O Ladrão de Honra”, de Henrique Peixoto. Doze dias depois da inauguração do teatro, foi proclamada a República no país e Francisco da Gama Roza perdeu seu mandato.
Venâncio Neiva, o primeiro governante republicano da Paraíba, mudou o nome do local para “Teatro do Estado”, ato posteriormente revogado. O político João Pessoa, então candidato à vice-presidência do Brasil, quis mudar a sua localização por considerar aquela área, na época, marginalizada. Todavia, ele foi assassinado antes de conseguir executar o seu plano.

O edifício – que por dentro assemelha-se à proa de um navio – está voltado para o sul e situado no antigo Campo do Conselheiro Diogo, hoje Praça Pedro Américo, centro de João Pessoa. O Teatro é um monumento representativo da arquitetura civil de seu tempo, tem estilo neoclássico com influência greco-romana.















Para a construção das paredes foram utilizadas pedras calcárias e para os camarotes e revestimento interno, madeira do tipo Pinho de Riga – hoje considerada madeira nobre. Na época do Brasil Colônia e Império era usada como lastro de rolete em navios que vinham da Europa e descartada quando as embarcações chegavam ao cais do porto de destino, sendo reaproveitadas na construção civil.

Para um teatro com mais de 120 anos, é natural que ao longo desse tempo tenha passado por várias reformas e restaurações, porém todas as intervenções arquitetônicas tiveram a preocupação de conservar o estilo original. O teatro, tombado igualmente pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, é considerado ícone da cultura paraibana e patrimônio do Estado, vinculado à Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc).

Programação futura – Assim como ocorre no Espaço Cultural de João Pessoa, a diretoria do Santa Roza – juntamente com a Funesc e Secretaria de Estado da Cultura (Secult) – afirmou que em breve será lançado um edital de ocupação que ajudará a compor a programação cultural do teatro após a reforma.

FONTE DA NOTÍCIA: SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO DO GOVERNO DO ESTADO DA PARAIBA