terça-feira, 20 de abril de 2021
HOMENAGEM DO "CULTURA DO BREJO" AOS POVOS INDÍGENAS MATRIZ DO BRASIL
domingo, 18 de abril de 2021
LEI ALDIR BLANC NA PARAIBA TERÁ COTA PARA PRETOS E PERIFÉRICOS
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| LEI ALDIR BLANC NA PARAIBA VAI TER COTAS SIM PARA OS PRETES |
Trabalhadoras e trabalhadores pretos e periféricos da cultura na Paraíba agora serão beneficiados com cotas raciais na aplicação dos recursos federais da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc. Eles poderão ter acesso mais fácil a 30% do saldo estimado de pouco mais de R$ 19 milhões do ano passado.
Os novos editais da Lei Aldir Blanc deverão ser lançados breve. “A utilização dos 19 milhões restantes, nessa segunda fase, cuja aprovação sairá breve, abrirá muitos e diversificados editais, que, em quantidade e qualidade, serão significativos quanto a essas necessidades emergenciais”.
Na reunião, realizada nesta sexta-feira (16) entre representantes da cultura e do Ministério Público Federal (MPF) e Defensoria Pública da União (DPU) também ficou definido que será criada uma comissão de heteroidentificação para evitar fraudes no acesso às cotas.
Para a integrante do Fórum de Artistas Pretes, Pretas e Pretos na Paraíba, a atriz e contadora de histórias, Fernanda Ferreira, a adoção das cotas raciais pelo estado da Paraíba, na Lei Aldir Blanc, é uma conquista dentre as muitas reivindicações dos movimentos sociais e culturais de pessoas negras organizadas em todo o Brasil, na luta por equidade racial.
“A adoção de 30% para ‘es artistas negres’ nos editais gerais lançados pela SecultPB, constitui uma possibilidade de fazer justiça numa conquista que pode ser considerada um marco histórico, em nível nacional, uma vez que nenhum outro estado brasileiro assumiu esse compromisso com a parcela negra/preta da população, neste momento de pandemia, em que a comunidade artística/cultural é um dos setores mais prejudicados e os negros/as estão em maior condição de vulnerabilidade diante da crise sanitária por que passa o nosso país”, observou Fernanda.
OBSTÁCULOS
Mulher preta, Fernanda, integrante da comissão de representação do Fórum de Artistas Pretes, Pretas e Pretos na Paraíba, enumerou alguns dos obstáculos encontrados pelos artistas pretos para acessarem os recursos da Lei Aldir Blanc, como “condições precárias, muitas vezes inexistentes, de acesso a recursos que atendam às necessidades técnicas de inscrição para os editais, tais como acesso à internet e equipamentos”.
Além disso, pontua Fernanda, há problemas em relação à ausência de representatividade das expressões e manifestações artísticas e culturais negras/pretas, periféricas e tradicionais de matriz africana nos editais lançados; solicitações de contrapartidas, muitas vezes fora da realidade de muitas pessoas artistas pretas que estão vivendo em condições extremas de vulnerabilidade; e ainda dificuldade de acesso ao diálogo direto com a SecultPB no primeiro momento de efetivação da Lei Aldir Blanc.
PRESENÇA DO CONSELHO ESTADUAL DA CULTURA NA REUNIÃO.
Já o Conselheiro Estadual da Cultura, Severino Antonio (bibiu), ressaltou que "toda esta demanda reprimida tem como causa, a maneira como o Secretário da Cultura do Estado lida com o Conselho que por não cumprir o Regimento Interno realizando o cronograma de reuniões, acumula uma demanda imensa de propostas que poderia ser encaminha pelos Conselheiros. O Secretario tambem não dialoga com os movimentos sociais pois, como no caso desta reunião que visivelmente avançou muitos passos, teve que ser articulada pelo mandato da Deputada Estela Izabel que acionou a Procuradoria da República através do Dr. José Godoy, para poder o Conselho e os Movimentos serem parcialmente ouvidos.
MOBILIZAÇÃO NACIONAL:
A demanda chegou ao MPF por meio de representação do Fórum dos Fóruns da Cultura da Paraíba, que já havia acionado a Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Assembleia Legislativa, em abril de 2020, para tentar construir uma saída para a questão dos artistas e do setor da economia da cultura.
“Realizamos um fórum virtual ‘Cultura contra Covid’, enviamos documentos com propostas ao poder público, apresentamos projetos de lei, como a ‘Lei Zabé da Loca’ e realizamos uma audiência pública sobre a Lei Aldir Blanc com a participação da relatora da lei, a deputada federal Jandira Feghali”, lembra a deputada estadual Estela Bezerra, integrante da comissão da Assembleia.
O procurador da República José Godoy destacou a importância do debate público amplo e plural para o êxito na superação dos obstáculos, com a participação de diversos órgãos públicos, como a Assembleia Legislativa, a equipe da Secretaria da Cultura, que parou para escutar os reclames e os pleitos da classe artística, as Defensorias Públicas, do Estado e da União, do Conselho Estadual da Cultura e o próprio MPF.
“É de suma importância destravar os recursos para a classe artística num momento tão grave da pandemia, seja do ponto de vista sanitário ou da vulnerabilidade econômica desse momento”, ressaltou o procurador.
Matéria Editada por: Severino Antonio (bibiu) - (83)99369 3233
Matéria Originada do site do Ministério Público Federal da Paraiba
sábado, 17 de abril de 2021
PRORROGADA A PRESTAÇÃO DE CONTAS DA LEI ALDIR BLANC NA PARAIBA
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| ALDIR BLANC - SE ETERNIZA EM LEI QUE AJUDA AOS ARTISTAS |
A decisão beneficia todos aqueles contemplados nos editais de PRÊMIO e CHAMAMENTO da LEI ALDIR BLANC, na Paraíba, em 2020.
O STF, através da Min. Cármem
Lúcia, atende pedido da Procuradoria Geral do Estado da Paraíba (PGE-PB) e
PRORROGA a execução dos prazos e prestação de contas da Lei Aldir Blanc (LAB-PB),
sem ônus para a Paraíba ou para os agentes culturais até o julgamento do mérito
da Ação solicitada.
Na decisão, a ministra assim
proferiu: “(…) defiro a tutela de urgência para prorrogar o prazo até o
julgamento de mérito da presente ação, para a apresentação de Relatório de
Gestão Final e o de execução dos projetos ao Ministério do Turismo, sem ônus
para à Paraíba ou para os outros agentes (…)” Min. Cármen Lúcia – 16/04/2021.
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ARTISTAS PARAIBANOS SÃO FAVORECIDOS NESTA AÇÃO |
O pedido foi oficiado pela Secretaria de Estado da Cultura e encaminhado concomitantemente ao coordenador de licitação da PGE – Dr. Wladimir Romaniuc Neto – e ao governador da Paraíba – João Azevedo – que solicitou ao Procurador Geral do Estado, Dr. Fábio Brito, que ingressasse no Supremo Tribunal Federal (STF) a Ação Cível Originária (ACO) com o objetivo de prorrogar os prazos e a prestação de contas da LAB-PB.
Já a liberação do restante do recurso da LAB, em
torno de DEZENOVE MILHÕES DE REAIS, continua esperando a votação na CÂMAR
FEDERAL e notícias dão conta que a Lei a que se refere o caso, será votada no
máximo até a próxima quinta feira.
Matéria editada por: Severino Antonio (bibiu) - (83)99369 3233
Mais cultura de Alagoa Grande, acesse: AFRORRÓ - Associação dos Artistas de Alagoa Grande
Mandato do Deputado João Bosco Carneiro, acesse: DEPUTADO JOÃO BOSCO CARNEIRO JUNIOR
quarta-feira, 17 de março de 2021
PODERÃO SER PRORROGADOS PARA O SETOR CULTURAL, OS BENEFÍCIOS DA LEI ALDIR BLANC
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| Setor da Cultura foi um dos mais atingidos pela Pandemia e pede urgente socorro |
Os trabalhadores da cultura beneficiados pela Lei Aldir Blanc podem ter prorrogados o auxílio emergencial e dos prazos relacionados à aplicação e prestação de contas dos recursos. A Lei 14.017, de 2020 foi criada a partir de uma iniciativa do Congresso para socorrer, nos moldes no auxílio emergencial, o setor da cultura, fortemente atingido pela pandemia de covid-19. O total destinado ao seror foi de R$ 3 bilhõe, pagos no ano passado.
O PL 795/2021 estende os efeitos da Lei Aldir Blanc. Do senador Wellington Fagundes (PL-MT), o projeto dá a estados e municípios mais tempo para a alocação dos recursos em projetos culturais já aprovados.
A Lei Aldir Blanc destinou R$ 3 bilhões ao setor na forma de renda emergencial, subsídio mensal para manutenção de espaços e para editais e chamadas públicas, entre outros benefícios, alcançando cerca de 700 mil trabalhadores. Os beneficiários deveriam prestar contas em até 120 dias após o recebimento da última parcela do subsídio.
De acordo com senador, somente o seu estado, o Mato Grosso, teve 596 projetos aprovados e recebeu R$ 29 milhões. Os benefícios foram liquidados pela Secretaria Estadual de Cultura, Esporte e Lazer em 30 de dezembro do ano passado. Isso significa que os artistas teriam até o final de abril para fazer prestação de contas.
A proposta estende por dois anos esse prazo, ou seja, até o final de 2022. Além disso, a data limite para a devolução dos recursos não utilizados será prorrogada até dezembro de 2021.
No fim do ano passado, o governo federal prorrogou o prazo de utilização dos recursos para o exercício financeiro de 2021, autorizando que os recursos ainda existentes sejam utilizados no decorrer deste ano, mas apenas para projetos já definidos em 2020.
Pandemia
Para Wellington Fagundes, Lei Aldir Blanc, batizada em homenagem ao escritor e compositor que faleceu de covid-19 em maio de 2020, foi uma “resposta corajosa, contundente e à altura da crise de saúde pública enfrentada”. Fagundes observa porém que a pandemia não acabou e, por isso, o socorro ao setor deve ser reforçado.
“Pelo contrário, [a pandemia] apresenta forte tendência de alta com níveis recordes da média móvel diária de mortes. Espaços culturais continuam fechados, casas de espetáculos têm acesso restrito ou proibido, e trabalhadoras e trabalhadores da cultura continuam em grave situação social e econômica”, diz o senador, que também é relator da comissão temporária que acompanha as medidas de enfrentamento à covid-19.
Fonte: Agência Senado
Edição da matéria: Severino Antonio - bibiu (Conselheiro Estadual da Cultura - Alagoa Grande, PB - 83-993693233.
sábado, 13 de março de 2021
MORRE ZEZINHO DA BORBOREMA - ÍCONE DA CULTURA POPULAR DO BREJO PARAIBANO

ZEZINHO DA BORBOREMA - ÍCONE DA CULTURA POPULAR
GUARABIRA (PB) – Na manhã deste sábado (13) o coração do poeta Zezinho da Borborema parou e silenciou a voz de um dos ícones da cultura popular da microrregião de Guarabira. O “coco de embolada”, na feira livre e nas emissoras de rádio, levou um duro golpe do machado da morte – do qual a pedreira da vida não aguenta.
José Cosmo Ferreira – seu nome de batismo – , tinha 63 anos e foi vítima de Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico, em sua residência, em Guarabira. Há 11 dias estava internado no Hospital de Trauma de João Pessoa, onde faleceu por volta das 5:30h depois de uma parada cardíaca.
O pandeiro, que deu animação aos versos da voz marcante de Zezinho da Borborema, está de luto. As feiras livres da região sentirão a ausência da sua “pomada milagrosa”. Os microfones das emissoras de rádio não ouvirão mais suas eloquentes canções, como o clássico o “capeta e a caveira”
AVC hemorrágico ou acidente vascular cerebral hemorrágico se dá pelo comprometimento de alguma artéria cerebral. Dizemos que o AVC é hemorrágico quando há o rompimento de um vaso cerebral, ocorrendo um sangramento (hemorragia) em algum ponto do sistema nervoso.
Edição de Severino Antonio - bibiu (83) 9 9369 3233
Fonte: Blog do Cristiano Alves
terça-feira, 23 de fevereiro de 2021
MAIS UM FILME DE SUCESSO PRODUZIDO EM ALAGOA GRANDE, PB
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| TERRA VERMELHA - PRODUÇÃO GRAÇAS A LEI ALDIR BLANC |
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| O FILME RETRATA A DESIGUALDADE REINANTE NO PAÍS |
O filme mostra que apesar
das autoridades públicas dizerem que não existem pessoas morando em condições
precárias e miseráveis e que não existem pessoas morando em casa de barro, esta versão cinematográfica prova que tem gente sim habitando nessas moradas e
ocupando beiras de pistas por não terem onde morar apesar dos programas de Governo. Do pesadelo real de uma
pandemia global para o lar ancestral de barro. O sonho do homem rural resiste
no país da desigualdade e do descaso, é a proposta sinóptica..
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| A TERRA, O BARRO - A SAÍDA PARA O EXCLUÍDO |
Elenco: Marcos Antônio Silva. Direção / Roteiro: Allan Marcus; Leonardo Gonçalves. Direção de Arte: Allan Marcus; Leonardo Gonçalves; Marcos Antônio Silva. Produção / Montagem / edição de som / Mixagem / finalização de cor: Leonardo Gonçalves. Som Direto: Yan Rodrigues. Transporte: Antonio Luiz Albuquerque (Netinho); Cristóvão Rodrigues; Leonardo Gonçalves. Locutor da vinheta: José Carlos (Pai locutor) Figurantes (em ordem de aparição): Erinaldo Luis da Silva (Neguinho); Mario do Galeto; Alison Oliveira; Antônio Soares da Silva (Carioca).
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| ALÉM DE TUDO A PANDEMIA AINDA FECHOU MAIS PORTAS |
O Curta-metragem “Terra Vermelha” foi totalmente gravado em Alagoa Grande, terra de João Carlos Beltrão, e teve seu lançamento neste sábado (20/02/2021) pela plataforma do You Tube. O mesmo continua no ar ao dispor do telespectador. Assista-o neste site:
QUEM É LEONARDO GONÇALVES?
Leonardo Gonçalves é Cineasta, nascido na cidade do Rio de Janeiro - RJ em 1991, vive atualmente em Alagoa Grande. Formado em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal da Paraíba, e Mestre em Comunicação pela mesma instituição. Atual doutorando em Cinema no programa Multimeios da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Possui experiência nas atividades de Roteiro, Direção cinematográfica, de captação e mixagem de Som, e edição/montagem de vídeo para Cinema.
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| LEONARDO GONÇALVES - VOCAÇÃO DEFINIDA PELO ÁUDIO VISUAL |
QUEM É ALLAN MARCOS:
Allan Marcos é Jornalista, Historiador formado pela UEPB; é tambem Condutor de Turismo. Alagoagrandense, tem atuado em diversas produções de Áudio Visual na região e participado como co-produtor e roteirista em diversos filmes principalmente curta metragem.
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| ALLAN MARCOS - ATIVISTA CULTURAL COM FOCO NO ÁUDIO VISUAL |
Edição desta matéria: Severino Antonio (bibiu) - Ativista Cultural alagoagrandense - Ex-Secretário adjunto da da Cultura de Alagoa Grande, PB - Conselheiro Estadual da Cultura da Paraiba - Radialista e pós graduado em Gestão e Projetos Culturais. - Mais sobre bibiu
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mais Cultura de Alagoa Grande em AFRORRÓ:- MAIS CULTURA DE ALAGOA GRANDE
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021
JACKSON DO PANDEIRO - ACESSE A OBRA VIRTUAL DESTE GRANDE ARTISTA DA MÚSICA BRASILEIRA
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| EXPOSIÇÃO DA OBRA DE JACKSON AGORA SE TORNOU VIRTUAL |
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| JACKSON SEMPRE FOI RESPEITADO PELA NOVA GERAÇÃO |
O projeto de realidade virtual foi feito pelo estúdio “Jacke & Costin” da arquiteta ítalo-brasileira Jessica Jackebed e do maestro ítalo-brasileiro Lucio Constantini. As imagens e a composição delas ficaram a cargo da empresa Tour Virtual 360. Como base utilizou-se a exposição ocorrida no Salão Negro do Senado e pelo Centro Cultural da Câmara dos Deputados. A visita é guiada por um dos curadores da exposição, Sandrinho Dupan, e os textos estão em italiano, português e inglês.
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| GENIVAL LACERDA, JACKSON DO PANDEIRO E ZÉ CALIXTO |
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| JACKSON GRAVOU CENTENAS DE MÚSICAS DE MUITO SUCESSO |

















